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9.3.15

Entre em ação



RTP tem um NOVO conselho de administração, que tem orientações superiores para "envolver e escutar os cidadãos". 

Por favor, pelo fim da emissão televisiva de touradas rumo à abolição da tauromaquia, envie para os membros da nova administração a mensagem abaixo sugerida e divulgue esta campanha (evento para divulgação/envio de convites:https://www.facebook.com/events/1417188491916007/

Endereços dos destinatários da mensagem:


Mensagem sugerida:

Aos membros do novo Conselho de Administração da RTP: 

Exmos. Srs./Sra.,
Dr. Gonçalo Reis, 
Dr. Nuno Artur Silva,
Eng.ª Cristina Vaz Tomé, 

Foi com agrado que tomei conhecimento que entre as linhas estratégicas definidas pelo recém criado Conselho Geral Independente consta “envolver e escutar os cidadãos” naquela que se quer “uma empresa aberta à sociedade e ao país” (http://www.rtp.pt/wportal/grupo/cgi/LOE_pdf.php). 

Estando esse recém eleito Conselho de Administração já em funções e a preparar um “programa de transformação da RTP” (http://www.rtp.pt/wportal/grupo/cgi/PE_pdf.php), considero oportuno expor a minha perspectiva sobre aquela que tem sido, mas não deve continuar a ser, a postura da RTP em relação à tauromaquia.

A RTP tem vindo a envolver-se na promoção, organização e exibição de touradas, desrespeitando não só os animais como as pessoas que por eles sentem compaixão. Tem insistido em fazê-lo, desvalorizando o seu mais volumoso processo de queixas (http://youtu.be/xQbaNCYkxU4) e dando uma abusiva utilização às suas receitas, maioritariamente provenientes da contribuição para o audiovisual, não prestando sequer contas sobre gastos com tauromaquia (http://youtu.be/39o-ZZp20cU). Não é, pois, de estranhar que não mereça a confiança de pessoas como eu e tenha uma imagem tão descredibilizada.

É vergonhoso que, em pleno Séc. XXI, a RTP se permita levar a casa dos cidadãos e cidadãs um espectáculo tão violento e degradante como a tourada, em que predominam imagens de animais a serem perfurados por ferros e a jorrarem sangue, para gáudio de uma minoria arreigada a uma tradição que deve ser esquecida. É inaceitável que apoie uma actividade assente na tortura de animais indefesos, algumas vezes também causadora de ferimentos graves e morte de humanos, que nos remete para uma situação de atraso civilizacional. Nada justifica a manutenção, por parte da estação de serviço publico de televisão, desta conduta moralmente reprovável e socialmente deseducativa e obstrutiva do progresso moral. É tempo de a RTP mudar.

Apelo a V. Exas. para que definam, desde já, orientações de gestão conducentes ao corte absoluto de qualquer tipo de envolvimento da RTP com touradas e restantes actividades tauromáquicas, com particular destaque para a promoção e transmissão destas.

Agradecendo muito a atenção dispensada e ficando na expectativa de uma resposta positiva,
Com os melhores cumprimentos,
(Nome)



-- 

4.11.12

Publicidade Longe da Crueldade




Publicidade Longe da Crueldade – 3.ª Fase

Envie correio registado e, além de contribuir para o FIM da emissão televisiva de touradas, habilite-se a conseguir um donativo de 100 EUROS para uma organização da causa animal à sua escolha e/ou a ganhar, para si, LEMBRANÇA(S) SOLIDÁRIA(S) e, quem sabe, talvez ainda um FANTÁSTICO PRÉMIO FINAL!

1 . Como participar

1.1. Envie registada, com aviso de recepção, uma carta ou encomenda criativa (ex.: cartão com slogan, embalagem de produto caracterizada, vídeo, foto, etc.) em que fique claro o seu repúdio pela emissão televisiva de espetáculos tauromáquicos e respectivos apoios, bem como o seu desejo de que deixem de existir, para um dos seguintes destinatários à sua escolha:
- RTP;
- TVI;
- Um anunciante TV, selecionado por si, entre os que constam desta “Listagem de Endereços” (onde se encontram igualmente os endereços da RTP e TVI).

1.2. Coloque uma cópia da carta ou foto do material criativo enviado, e outra do aviso de recepção (sem os seus dados pessoais e morada à vista) aqui: Página MAT Facebook 2. Se preferir pode optar por enviar para marinhenses.antitouradas@gmail.com. Nesse momento, indique qual a organização portuguesa da causa animal, inscrita nas finanças e sem quaisquer ligações à industria tauromáquica, que gostaria de ajudar através de um donativo efectuado por nós, nos termos no ponto 4 abaixo.

2. Votação

No dia 25 de Novembro, criaremos na Página MAT Facebook principal um álbum com todos os materiais que nos chegarem até essa data por uma das vias indicadas no ponto 1.2. acima, e, nesse mesmo dia, nesta mesma página (Página MAT Facebook principal), dar-se-á início à votação, que decorrerá até 9 de Dezembro. Cada “gosto” nas cartas/fotos que publicarmos, corresponderá a um voto.

3. Quem pode participar

Qualquer pessoa singular, independentemente da sua nacionalidade e residência e de ter ou não ligações a organizações da causa animal, pode e deve participar.

4. Donativo Organização, Rifas e Lembranças Solidárias

As 10 publicações que obtiverem maior número de votos serão as mais vencedoras. O participante correspondente a cada uma delas, por ordem de maior número de votos, terá direito a:

1.ª - Fazer com que a organização portuguesa da causa animal, inscrita nas finanças e sem qualquer ligação à indústria tauromáquica, por si previamente indicada, receba um donativo, efectuado por nós, no valor de 100,00€. E ainda, para o autor da carta/material: Rifa Patudos Felizes número 460 que o/a deixa habilitado/a a ganhar uma máquina de Lavar/Secar; um Burro de Trapos Burricadas; e uma Pulseira União Zoófila.

2.ª - Rifa Patudos Felizes número 461 que o/a deixa habilitado/a a ganhar uma máquina de Lavar/Secar, um Burro de Trapos Burricadas, e uma Pulseira União Zoófila.

3.ª - Rifa Patudos Felizes número 462 que o/a deixa habilitado/a a ganhar uma máquina de Lavar/Secar, um Porta-chaves Burro de Trapos Burricadas, e uma Pulseira União Zoófila.

4.ª a 10ª - Rifa Patudos Felizes número 463 (4.ª), 464 (5.ª), 465 (6.ª), 466 (7.ª), 467 (8.ª), 468 (9.ª), 469 (10.ª), que o/a deixa habilitado/a a ganhar uma máquina de Lavar/Secar; e uma Pulseira União Zoófila.

5 – Entrega do Donativo e das Lembranças Solidárias, e Transferência das Rifas

Entre os dias 10 e 15 de Dezembro:

5.1. Entraremos em contacto com a organização a quem for destinado o donativo e nas 24 horas seguintes à obtenção do NIB efetuaremos uma Transferência Bancária de 100,00€ diretamente para essa organização;

5.2. Facultaremos à Associação Patudos Felizes os nomes dos contemplados com as rifas – pagas por nós -, passando o processo a desenrolar-se como se as rifas tivessem sido adquiridas à Patudos Felizes diretamente por aqueles/as para quem as vamos transferir;

5.3. Enviaremos, via CTT, aos/às contemplados/as, as restantes lembranças – que resultam de donativos efectuados por nós à Associação para a Preservação do Burro - Burricadas e à União Zoófila -, com todas as despesas (incluindo portes de envio) a nosso cargo.

6. Notas finais:
6.1. Esta ação é da exclusiva responsabilidade de Marinhenses Anti-touradas;
6.2. O conteúdo das cartas e encomendas é da exclusiva responsabilidade dos participantes;
6.3. Reservamo-nos no direito de não publicar para votação cartas/fotos de encomendas que não se coadunem com os objectivos desta ação, não cumpram todos os requisitos acima indicados, ou contenham linguagem ou materiais pouco apropriados;
6.4. Cada pessoa pode participar com o número de cartas/encomendas que entender, enviadas para tantos destinatários quantos entender, e todas as que nos chegarem conforme indicado em 1.2. serão publicadas para votação (sem prejuízo do disposto em 6.3.).
6.5. Uma mesma pessoa poderá acumular, no máximo, as ofertas correspondentes a duas posições, entre as 10 que serão contempladas;
6.6. Poderá ser exigido a quem vier a ter direito às lembranças que nos envie, via correio normal, o original do aviso de recepção mencionado em 1.1.;
6.7. No caso do sorteio da máquina de lavar decorrer em data anterior a 9 de Dezembro (o que é muito pouco provável), já não fará sentido transferir as rifas para os nomes daqueles/as a quem elas calharem por via desta nossa iniciativa. Ainda assim, na eventualidade de o número sorteado corresponder a algum dos números que temos reservados e que foram acima referidos, o eletrodoméstico não deixará de ser entregue à pessoa a quem a rifa com essa número vier a calhar.
6.8. A presente iniciativa dos Marinhenses Anti-touradas, inserida na Campanha “Publicidade Longe da Crueldade – 2012”, não é nem pretende ser um passatempo ou concurso. As lembranças e rifas a distribuir não são mais do que um pequeno incentivo extra à participação das pessoas que não concordam com a transmissão televisiva de touradas, sendo que, quer essas lembranças e rifas, quer o donativo dos 100 euros a uma organização da causa animal, visam lembrar que as entidades sem fins lucrativos desta causa precisam muito de donativos;
6.9. Em qualquer eventual conflito que surja, somos competentes, com exclusão de quaisquer outros, para decidir o que nos parecer mais adequado.

19.8.10

10 perguntas básicas sobre as touradas



1.¿SUFRE EL TORO DURANTE LA LIDIA?

Sí. El toro es un mamífero altamente desarrollado y como todos los mamíferos cuenta con un sistema nervioso evolucionado.

Durante la lidia, los toros están sometidos a una tremenda y progresiva tortura que se dirige a la anulación de su capacidad de defensa, debido al colapso orgánico y al dolor progresivo.

Las banderillas son un afilado arpón diseñado para desgarrar la piel y engancharse con fuerza en los tejidos internos. La hemorragia y gravísimas heridas que provocan en los músculos y tendones cercanos a la espina dorsal impiden al toro levantar la cabeza. Este mismo fin también se persigue con la acción del picador a caballo, que es además el primer elemento en entrar en juego.

La espada puede destrozar al toro el hígado, los pulmones, la pleura y el diafragma, dependiendo del lugar por donde penetre. Cuando secciona la gran arteria, el toro agoniza entre enormes vómitos, ahogado en su propia sangre. La espada puede clavarse muchas veces al mismo toro.

La puntilla se utiliza para rematar al toro moribundo, intentando seccionar su médula espinal, a la altura de las primeras vértebras: atlas y axís. El toro queda paralizado sin poder mover los músculos y en la mayoría de los casos aún entra vivo al desolladero.

2. ¿ES EL TORO UN ANIMAL CUYA UNICA FINALIDAD ES MORIR EN LA PLAZA?


No. Todos los animales merecen que se les reconozca valores básicos inalienables como son la propia vida y el derecho a vivirla dignamente y con integridad.

Desde un punto de vista racional y moral no existe ningún fundamento por el cual proteger y mimar algunos animales, como los que hemos elegido como compañía, y olvidar los derechos más básicos de otros.

El toro posee un valor objetivo como individuo, como biotipo ambiental y como patrimonio medioambiental de nuestra comunidad; su supervivencia en un entorno natural no debe estar ligado a su explotación económica y a la tortura y muerte en una plaza de Toros.


3. ¿ES REALMENTE AGRESIVO EL TORO DE LIDIA?

No. Durante años los ganaderos han trabajado exclusivamente con la finalidad de seleccionar y alterar el comportamiento natural de estos herbívoros intentando enfatizar sus características agresivas. El toro como cualquier animal individual enfrentado a su supervivencia, intentará huir como primer paso. Esta pauta es habitual y repetida en las corridas y encierros, en los que los animales intentan encontrar una vía de huida y evitar el enfrentamiento.

Solo azuzado, herido y encerrado sin salida desarrollará un comportamiento de defensa y ataque.

4.- ¿EXISTE EN REALIDAD LA RAZA “TORO DE LIDIA”?

No. El toro de lidia no cumple con el principio taxonómico que le permite ser clasificado como raza, es decir el de poseer unos caracteres morfológicos propios transmisibles genéticamente. El ganado de lidia constituye una población bovina heterogénea perteneciente a diversas pseudorrazas de Bos Taurus, con la característica frecuente, indefinible científicamente, de manifestar una agresividad instintiva cuando son provocados o acosados.

Esta agresividad, denominada ‘bravura’ no se perpetua de generación en generación, si no que la mayoría de los toros carecen de ella, según denuncian los propios aficionados. De lo contrario las tientas serían innecesarias y todos los toros nacidos de padres ‘bravos’ serían igualmente ‘bravos’.

No se conoce ni una sola descripción científica de los caracteres diferenciadores de la hipotética raza de lidia. Dentro de la descripción específica de una raza bovina se incluye, al menos, la alzada, el peso medio, proporciones, forma de la cabeza, forma de la cornamenta, capas y colores. Ni siquiera el propio Reglamento de Espectáculos taurinos los describe, limitándose a prohibir que se lidien reses que no estén inscritas en el Registro de Empresas Ganaderas de Reses de Lidia.

5. ¿ES EQUILIBRADO EL ENFRENTAMIENTO TORO-TORERO?

No existe equilibrio. El toro es un ser indefenso que por muchas astas y fuerza que tenga jamás podrá vencer la inteligencia, el número y los medios que el ser humano va a poner en el ruedo. El hombre acabará con él tras ejercer unos cuidadosos y muy elaborados actos, que algunos llaman arte y estética, y cuyo fin no es más que el ir destrozando poco a poco al animal para así convertirlo en un guiñapo sangriento a merced del torero.

6. ¿RECIBE UN TRATO DIGNO DURANTE SU CRIANZA?

No. Los toros son sometidos por los ganaderos durante su crecimiento a estudiados programas de acoso y violencia con objeto de provocar y exacerbar un comportamiento agresivo patológico, eliminando su equilibrio psicológico natural.

7. ¿JUSTIFICA LA TRADICIÓN LA VIOLENCIA EN CONTRA DE LOS ANIMALES?

Las tradiciones son sólo costumbres que deben mantenerse siempre que nos enriquezcan ética y moralmente. En el caso de los festejos taurinos la tradición no sólo no nos enriquece sino que nos envilece.

A lo largo de la historia hubo tradiciones terribles contra seres humanos y animales. En la India, hasta hace poco, eran incineradas vivas las viudas junto al cuerpo del esposo; a las niñas chinas les impedían el crecimiento de los pies; en Inglaterra se practicaban luchas entre perros y toros y entre osos y lobos. Afortunadamente estas “tradiciones culturales” fueron desapareciendo gracias al progreso, a la ética y la evolución.

Lamentablemente todavía se mantiene tradiciones nefastas e inhumanas como la mutilación sexual de las niñas en algunos países africanos, el cocer vivos a perros y gatos para aprovechar mejor su carne en países asiáticos, la mutilación de manos a los ladrones en ciertos países árabes… España conserva, para vergüenza de una gran mayoría, las corridas de toros, los toros de fuego, los enmaromados, las becerradas, el toro alanceado, los toros de Coria y un sin número de festejos donde pequeñas vaquillas sirven de diversión a las gentes de los pueblos que se ensañan con ellas.

8. ¿QUE NORMATIVA DE PROTECCION EXISTE ACTUALMENTE?

La normativa estatal excluye de manera taxativa los festejos taurinos a la hora de prohibir el maltrato de los animales, y no reconoce a los animales como merecedores de derechos. Es más, la falta de voluntad de las administraciones de sentar precedentes de protección real para todos los animales, sin exclusiones, hace que muchos casos de maltrato y sadismo hacia éstos queden impunes por las lagunas legislativas.

La legislación aplicada al toro en España (Real Decreto 145/1996) sólo sirve para regular la forma de torturarlo y evitar fraudes que desluzcan el espectáculo. Cosas como el tamaño de la punta de las banderillas, los puyazos que el picador asesta, cuantas veces podrá ser clavada la espada en el cuerpo del animal antes de pasar a la puntilla, etc. son reflejadas con asombrosa frialdad, como si se estuviese hablando de un objeto en vez de un ser vivo sintiente. Sirva el siguiente artículo como ejemplo:

Art. 75 Cuando debido a su mansedumbre una res no pudiera ser picada en la forma prevista, el Presidente podrá disponer el cambio de tercio y la aplicación a la res de banderillas negras o de castigo. En las banderillas negras o de castigo, el arpón en su parte visible, tendrá una longitud de ocho centímetros y un ancho de seis milímetros.

Cada comunidad desarrolla sus propio Reglamento de Espectáculos Taurinos Populares. En la comunidad de Madrid es el Decreto 112/96. Todo el compendio legislativo se puede consultar en http://www.mir.es/espectac/toros/normativ.htm

9. ¿DESAPARECERIA LA FIESTA SIN SUBVENCIONES?

El mundo del toro es un sector claramente deficitario. La falta de ingresos por espectadores debido a la repulsa social cada vez mayor es cubierta por las subvenciones y la financiación directa de las diversas administraciones, quienes construyen plazas de toros, organizan festejos taurinos en las fiestas municipales, mantienen escuelas de tauromaquia, ayudan a las asociaciones taurinas, etc.

Sin subvenciones y ayudas la fiesta taurina desaparecería en poco tiempo.

10. ¿PODEMOS ACABAR CON LA TORTURA EN LOS RUEDOS?

Sí, entre todos podemos lograr que las corridas de toros pasen a la historia rechazada por la gran mayoría de la población. Casi el 70% de la población está ya en contra de las corridas de toros o no se muestra en absoluto interesada en ella: con tu colaboración podemos lograrlo.

Para ello es necesario también que los partidos políticos se replanteen su apoyo a la injustificadamente llamada “fiesta nacional” y que los medios de comunicación sean más sensibles a este tema.

Ecologistas en Acción viene trabajando desde su creación para lograr que se reconozcan derechos a los animales. En un mundo controlado por la especie humana se han de establecer unas responsabilidades de ésta hacia los animales, domésticos y silvestres, y sus necesidades, resultando imprescindible promover una cultura y una legislación que regule los derechos de los animales. El progreso, la paz y la educación deben conjugarse en armonía con el respeto hacia el resto de los animales. El cambio positivo de actitudes hacia los animales como seres no humanos, está íntimamente ligado al respeto global por toda clase de vida y, por extensión, a todo el planeta.
Fonte: http://www.ecologistasenaccion.org/spip.php?article1384

20.5.10

3.ª Grande Corrida Vidas/Correio da Manhã na TVI - Por favor, proteste

Marinhenses Independentes Anti-touradas

Hoje, 20 de Maio, a TVI transmitirá a “3.ª Grande Corrida Vidas/Correio da Manhã”. Por favor, manifeste a sua indignação.

Por favor, envie o texto abaixo sugerido, ou outro da sua autoria, para relacoes.exteriores@tvi.pt

Exmos. Senhores,

Tendo conhecimento que irão transmitir, hoje, 20 de Maio, uma corrida de touros, venho manifestar a minha profunda indignação e repulsa pela opção de um canal televisivo que, constato agora, hipocritamente, tem tentado, nas sua novelas, "defender" a causa animal!

Na civilização romana havia um "espectáculo" parecido com a tourada em que ... em vez de touros, usavam pessoas!

Há cerca de 2 anos, um dito artista sul americano deixou um cão amarrado, morrer à fome, chamando a isso "arte"!

Em Portugal, proibiram-se os animais nos circos, alegando que vivem em condições deploráveis!

Nas touradas, ferem-se e matam-se deliberadamente os animais!!!!...

As touradas ou qualquer outra actividade que provoque sofrimento em seres sencientes, ou seja, seres com a capacidade de experienciar o sofrimento (seja a nível físico, seja a nível psíquico) não é, nunca foi e nunca será uma forma de arte, nem cultura, nem espectáculo!

Querer transformar a barbárie em espectáculo e dar-lhe cobertura e publicidade é um retrocesso na história e evolução da humanidade e uma prova de insensibilidade e ignorância!

Que os animais ainda não têm direitos garantidos pela lei portuguesa, todos sabemos. Que os devem ter, também o sabemos, e são muitas as pessoas que lutam por tais direitos! Para que Portugal reconheça e integre na ordem jurídica, a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proclamada pela UNESCO em 1978.

É inconcebível que uma Televisão dê cobertura ao sofrimento gratuito provocado ao animal, nas arenas, para gáudio, entretenimento e satisfação sádica de um punhado de homens e mulheres, desculpar-me-ão o termo, psicopatas, que têm prazer com o sofrimento dos animais.

Como telespectadora, tudo farei para dar conhecimento e informar todas as minhas redes de contacto de tal hipocrisia e da vossa opção editorial!

Sem mais,
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