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30.8.18
Vaca obrigada a beber cerveja
Video:
https://www.facebook.com/611581035901921/videos/231974244141322/
Mas o mesmo acontece na Terceira:
Este é o tipo de cultura apoiada pelo Governo Regional. O Diretor Regional da Agricultura, José Élio Ventura, insulta os açorianos quando afirma que a tourada à corda é "uma atividade cultural que é determinante para a afirmação da identidade e do estado de alma de ser açoriano". Para ele, a alma dos açorianos é isto?
Fonte:
https://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.com/
18.3.18
A qualidade do touro medida pelo número de mortes
As torturas e a indiferença para com o sofrimento e animal são tradições enraizadas nalgumas mentes. Vejam o que escreveu A. de Castro Menezes: "Das touradas na Ilha Terceira são mais apeciadas aquelas em que a fama de braveza chegou a contra-se pelas colhidas e até pelas mortes que ocasionou". (Revista "Açores-Madeira", 10 de junho de 1950
5.10.17
Terceira podia ser pioneira
A ilha Terceira podia ser pioneira se a prioridade não estivesse no fomento da tortura de touros e cavalos.
25.2.16
A tourada dos estudantes já não é o que era
A tourada dos estudantes já não é o que era
Por muito que alguns conservadores do que não interessa conservar queiram, as touradas já não são o que eram, estando cada vez mais próximo o seu fim. A sua sobrevivência nos dias de hoje só acontece devido ao forte investimento que desde sempre existiu na habituação dos mais novos e aos apoios públicos que tem recebido dos governos, autarcas e da hipócrita Comunidade Europeia.
Este ano, para desgosto de alguns, a tourada dos estudantes, realizada anualmente em Angra do Heroísmo, não existiu ou foi uma pequeníssima mostra do que foi no seu auge.
Os grandes defensores da aberração em defesa da sua dama alegam a sua antiguidade, a sua sobrevivência ao Estado Novo e a sua necessidade como escola de captação de aficionados/ toureiros.
Começando pelo fim, o saudável desinteresse manifestado pela maioria dos estudantes é sinal de que os tempos são outros e que a tortura de animais para divertimento já teve melhores dias. Além disso, demonstra que o investimento feito anualmente em eventos tauromáquicos para crianças deixou de surtir os efeitos que eles pretendiam, isto é tornar cada criança um adepto da tortura animal.
O argumento de que a tourada dos estudantes se sobreviveu ao Estado Novo também terá de continuar em regime de democracia representativa não faz qualquer sentido.
Não faz sentido, em primeiro lugar porque torturar animais é uma barbaridade que com o aumento do conhecimento que se tem sobre os animais já devia ter sido banida há muito tempo e em segundo lugar porque na tourada dos estudantes nunca ninguém levantou a sua voz contra os ditadores que governaram Portugal durante 48 anos.
A este propósito convém recordar que foi durante o Estado Novo, que a tourada dos estudantes atingiu o ponto máximo da tortura animal, tendo nos primeiros anos revestido a capa da solidariedade social, a favor da Caixa Escolar do Liceu de Angra, em 1933 e 1936 ou do Dispensário Antituberculoso, em 1935.
Ainda sobre a balela da tourada poder eventualmente incomodar o Estado Novo, pouco há a dizer já que não seriam os filhos dos “fidalgos pobres” e afins, serventuários do regime, que iriam contestar alguma coisa. Além disso, o Estado Novo servia-se da tauromaquia para divertimento dos seus seguidores e do povo em geral e para colmatar as suas falhas em termos de apoio social. A título de exemplo, cita-se a realização de uma tourada, em 1946, com a presença do Ministro da Guerra Fernando Santos Costa e das autoridades civis e militares da ilha, a realização de touradas a favor da Legião Portuguesa (em 1939), da Mocidade Portuguesa (em 1941) e a favor ou promovida pelo Movimento Nacional Feminino (em 1971, 1972 e 1973).
Sobre a tourada dos estudantes propriamente dita, começou por ser semelhante a todas as outras, com os animais a serem torturados sem apelo nem agravo, passando mais tarde a ser mais “brincadeira de rapazes e de algumas raparigas”, onde já não eram cravados ferros, como acontecia nos primeiros anos da década de 80 do século passado, onde o cortejo constituía o principal da festa.
Hoje, quando em todo o mundo se caminha para a abolição de uma prática retrógrada e bárbara, não faz qualquer sentido o regresso aos primeiros anos, de tortura extrema, nem mesmo aos tempos em que a tortura física foi mais atenuada.
Para quem viveu assistiu ou mesmo participou numa tourada dos estudantes, mas que fruto das leituras e da reflexão pessoal chegou à conclusão de que o uso de animais para divertimento não faz qualquer sentido, apenas fica alguma mágoa pela não realização do desfile, pelas ruas de Angra do Heroísmo.
Os jovens de hoje e os do futuro, estamos certos, encontrarão outras formas e meios de exteriorizar o seu humor e a sua irreverência.
Parabéns à juventude terceirense que já não participa em touradas.
J.A.
(recebido por e-mail)
1.11.13
6.6.13
17.5.13
5.11.12
26.5.12
Sem a tourada a Terra girava ao contrário
CONSELHO INTERMUNICIPAL PARA A TOURADA À CORDA
Publicado na Sexta-Feira, dia 25 de Maio de 2012, por António Ventura
Os Vereadores do PSD apresentaram uma recomendação na Câmara Municipal de Angra para se constituir um Conselho Intermunicipal para a Tourada à Corda na Ilha Terceira. Uma iniciativa entregue em Setembro do ano passado, mas que ainda não viu a luz dia.
A ideia parte do pressuposto de que interessa contribuir localmente para o desenvolvimento da Tourada à Corda quer numa continuada avaliação e consequente implementação de procedimentos da sua regulamentação, quer na promoção, divulgação e defesa desta atividade.
É, neste sentido, útil articular e debater as questões da tourada à corda na ótica dos vários intervenientes, como sejam as Associações de Ganadeiros, Tertúlia Tauromáquica, Capinhas, Poder Local e Governo Regional.
A tradição da tourada à corda sempre esteve na origem dos usos e costumes, nas expressões linguísticas, na história, nas festas locais, nas lendas e narrativas, no quotidiano social e, de forma substancial, na economia da população da Ilha Terceira. E constitui a maior manifestação popular no Arquipélago, assumindo-se como genuína e rara.
É, acima de tudo, um símbolo das gentes da Terceira representando uma riqueza etnográfica e um importante cartaz turístico dos Açores que atrai milhares de visitantes às nossas freguesias durante grande parte do ano e cujo reconhecimento tem sido várias vezes manifestado fora deste Arquipélago.
No nosso entendimento, ganha assim importância a criação de um fórum de debate que envolva as duas Câmara Municipais e que reúna, pelo menos, em cada época da Tourada à Corda.
Fonte: http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=28131
Nota: Parabéns aos industriais do turismo da Ilha Terceira por não estarem a sofrer a crise que afecta os Açores. Será verdade o que diz o senhor Ventura?
30.12.10
A Deseducação em Escolas na Terceira
Se é verdade que nas escolas, em todo o lado, nem sempre se educa no que diz respeito aos animais, na Terceira a deseducação será maior.
Temos conhecimento que na Área de Projecto, do 12º ano, um dos temas abordados é o da Touradas. Já tivemos o relato de edudadores e de professores que são "forçados" a acompanhar os alunos às touradas.
Hoje, a comprovar que a deseducação vem de longe, aqui vai uma imagem de um calendário relativo ao ano de 1994.
3.2.10
Festa Brava como património cultural (?) de Angra do Heroísmo

Aqui está uma boa razão para denegrir o nome de Angra do Heroísmo, da Terceira e dos Açores.
A autarquia de Angra candidata-se a ser Barrancos dos Açores.
Estão de parabéns os promotores da iniciativa e todos os seus apoiantes. Mataram o Lusitânia, por que insistem em suportar uma indústria que só sobrevive com dinheiros públicos?
JS
Depois de ter sido apresentada e aprovada na Assembleia Municipal da autarquia angrense em Abril de 2009, a classificação da Festa Brava como património cultural concelhio entra agora na fase final para vigorar com o objectivo de reafirmar a festa tauromáquica terceirense.
Até dia 12 de Março, os documentos para consulta pública estão disponíveis na edilidade e após a recolha do parecer da tutela, aguarda-se o uso de mais este epíteto para projectar Angra.
O processo teve início em Abril de 2009 quando o grupo municipal do PS apresentou e fez aprovar na Assembleia Municipal de Angra do Heroísmo a Festa Brava como Património Cultural Concelhio, ou seja, a sua classificação como um bem de interesse municipal.
Agora, o processo encontra-se em fase final, estando os documentos desta iniciativa em consulta pública até dia 12 de Março na edilidade angrense e aguardando o parecer da Direcção Regional da Cultura.
Segundo os promotores, trata-se de um título que quer reafirmar a cultura tauromáquica terceirense: “esta classificação será mais um factor de atractividade para o concelho e para a ilha”, disse Francisco Barros.
O socialista explicou que este epíteto poderá ser “um chamariz”, trazendo mais pessoas à ilha e à Festa Brava.
“É, acima de tudo, um factor de identidade da ilha Terceira”, explicou.
Na fundamentação desta classificação está o enraizado sentimento de atracção entre os terceirenses e a festa brava: “a Terceira e o concelho de Angra do Heroísmo têm vindo a afirmar-se como uma das mais aficionadas terras de Portugal com um povo que ama o toiro e faz da sua admiração um verdadeiro culto. Quer seja nas suas vertentes mais populares, quer seja na corrida de toiros, a tauromaquia é o espectáculo cultural mais rico que se conhece porque encerra em si mesmo estética, expressão plástica, movimento, cor, rito, representação cénica, ética, respeito, galhardia, valor, emoção!”.
Perpetuar paixão
pelo toiro
“Neste contexto”, refere a argumentação da iniciativa, “faz todo o sentido que o município de Angra do Heroísmo declare solenemente como património cultural concelhio a Festa Brava nas suas diversas manifestações, com a convicção de que tal classificação é de todo merecedora pois perpetuará a paixão pelo toiro e pela nossa festa mais amada, a tauromaquia!”.
Os promotores recomendam que “todas as entidades públicas e privadas assim o entendam e contribuam para a sua manutenção e projecção”.
“A Festa Brava é uma das mais ancestrais culturas dos Açores e a sua introdução ou origem perde-se na memória dos tempos. A vivência cosmopolita a terra e a posição geográfica das nossas ilhas fizeram a que aqui confluíssem saberes e experiências, naquilo que representa uma manifestação cultural grandiosa que, graças à sua inequívoca transcendência histórica, cultural, filosófica, turística, económica, política e social é uma realidade local e até mesmo regional, espelho de vivências nacionais e internacionais, mais concretamente europeias e latino-americanas”.
Segundo informações fornecidas pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, depois da classificação de interesse municipal, a autarquia notifica o departamento do Governo Regional com competência na área da Cultura para efeitos de registo e inscrição no respectivo inventário desta classificação.
A deliberação da Assembleia Municipal tem como enquadramento legal a Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro e o Decreto Legislativo Regional n.º 29/2004/A, de 6 de Abril.
Humberta Augusto haugusto@auniao.com
http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=18839
25.12.09
Capanha a favor dos Animais da AAIT
Campanha solidária copie o texto e ajude- nos
Peço ajuda a todos vós custa me se normalmente ver em lojas uns caixotes com um papel a dizer para contribuirmos com algo lembrei me de fazer o mesmo mas pedindo lãs para trabalhos que quero fazer ao longo do ano !
O que vos quero pedir e quem puder ajudar e copiar o texto a preto e por num caixote e deixar numa loja que tenha lãs para verem se as pessoas contribuem, depois vão vendo se tem alguma coisa ou não!
Esta ideia pode ser usada por outras associações pedindo ração em lojas das mesmas etc. eu como preciso e de algo para trabalhar e vender para ajudar os animais da associação decidi fazer este e tentar mas preciso que mais alguém me ajude com os papeis claro ,porque só aqui vai ser algo complicado mas estou tentando não ser pessimista !
Desde já obrigada a todos e feliz natal o meu foi em casa na cama tentando ver tv e fazendo um gorro e depois dormir, passei com os meus animais :)
obrigada
candida
CAMPANHA SOLIDÁRIA A FAVOR DOS ANIMAIS
CONTRIBUA NA NOSSA CAMPANHA DOANDO UM NOVELO DE LÃ OU MESMO RESTOS QUE TENHA PARA QUE POSSAMOS FAZER TRABALHOS E VENDER E CONSEGUIR ALIMENTAR E TRATAR 80 ANIMAIS DA NOSSA ASSOCIAÇÃO!
CADA UM DÁ O QUE PODE NÃO PEDIMOS MUITO APENAS QUE CONTRIBUA
SEM A SUA AJUDA NÃO CONSEGUIMOS!
PODE-NOS VISITAR EM:
HTTP://AMIGOSDOSANIMAISDAILHATERCEIRA.BLOGSPOT.COM
EMAIL: AAITERCEIRA@GMAIL.COM, NUMERO DA VOLUNTARIA DAS FLORES PARA QUALQUER DUVIDA E 911105423!
OBRIGADA E ESPERO QUE NOS AJUDEM!
CÂNDIDA
Fonte: http://amigosdosanimaisdailhaterceira.blogspot.com/2009/12/campanha-solidaria-copie-o-texto-e.html
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