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4.1.18
4.1.13
A Triste Realidade dos Animais de Circo
Quem vai ao circo e vê exibições com animais, quase nunca percebe a realidade por detrás do espectáculo, do sofrimento que estes animais passam ao longo de suas vidas. Por detrás de um urso batendo palmas, um macaco vestido e pedalando uma bicicleta ou um elefante equilibrando-se numa pata, esconde-se toda uma série de sofrimento e dor.
Para os menos atentos, o circo dissimuladamente transparece uma imagem de animação e alegria onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são explorados, torturados, abusados e mantidos prisioneiros por toda a sua vida em nome do entretenimento.
Um resumo do tratamento que estes animais recebem
• Alguns ainda são retirados ao seu habitat natural, jovens e bebés.
• Quando chegam ao circo tem inicio o processo de domesticação. Os “treinamentos” consistem em serem dominados pelo medo, pelo fogo, pelo chicote, golpeados com barras de ferro, terem fome e sede, sofrerem choques elétricos e até serem queimados. Tudo isto até que o seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
• Os elefantes sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilômetros diariamente. Os elefantes, como exemplo, são animais extremamente inteligentes, sociáveis e sensíveis. Eles reconhecem um parente mesmo depois de anos de separação, ficam de luto pela perda de um companheiro e são muito dóceis, suportando todo tipo de agressão sem revidar.
• O comportamento dos animais, caracterizado por mexerem constantemente a cabeça ou a andarem próximo às grades num frenético vai e vem, é uma das características de neuroses e stress do cativeiro. Esse comportamento também é encontrado em animais nos zoológicos. Alguns se auto mutilam, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas.
• Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.
• São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilômetros sem descanso, por via terrestre e marítima.
• Em qualquer caso, os animais de circo têm sempre passados traumáticos, fruto da maneira como são mantidos e tratados enquanto são usados para os espectáculos circenses, estão condenados a uma vida de permanente angústia, depressão e frustração, marcados por violência.
Isto acontece em todos os circos. Os que possuem menos poder económico, os maus tratos são ainda maiores. Estes animais sentem um terror constante, pois aprendem desde cedo que se não obedecerem, serão castigados, muitas vezes, violentamente. Num ambiente natural, uma zebra, elefante, foca, leão, urso, chimpanzé, etc nunca pulariam sobre aros, dançariam em cima de cones, pedalariam bicicletas...
Tais espetáculos até seriam razoáveis na idade média, mas estando em pleno século XXI é inimaginável e inaceitável que isso ainda ocorra, pois o conhecimento sobre os animais, o seu comportamento e e a sua própria consciência, já é outro.
Estudos do comportamento das diferentes espécies, demonstraram que todos os animais sofrem em cativeiro.
São um péssimo e degradante "espectáculo" educacional, pois os animais não são objectos nem brinquedos, eles possuem a sua própria natureza, que deve ser respeitada.
Poderá ser apetecível a perspectiva de estar perto de animais extraordinários e vê-los a actuar, mas a extraordinária actuação destas criaturas é aquela que eles fazem todos os dias nos seus habitats naturais, de onde, em muitos casos, estão a desaparecer.
.
Mesmo tendo nascido em cativeiro, como tentam justificar alguns donos de circo, eles ainda mantêm seu espírito. Ser nascido em cativeiro não os impede de desenvolverem os seus instintos e inteligência naturais. Não impedem que também sejam alvo de maus tratos.
Em todo o mundo ocorrem acções e fazem-se leis que proíbem o uso de animais em circos. Países como a Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Finlândia, Grécia, Índia e Suécia já baniram ou restringiram a utilização de animais nos espectáculos circenses.
Provemo-nos merecedores de sermos chamados de humanos e civilizados.
Existem inúmeros circos bem sucedidos, espalhados pelo mundo inteiro, que comprovam que um circo sem animais consegue ser ainda mais extraordinário e surpreendente, interessante e estimulante, para adultos e crianças, que um circo que usa e escraviza animais para fazer dinheiro.
Lembre-se: os animais de circo vivem e morrem nas suas miseráveis prisões e eles, principalmente os selvagens, não trabalham por opção, trabalham porque não querem que lhes provoquem dor.
A.T.
fontes:
Aila: http://www.aila.org.br
Animais de Circo: animaisdecirco.freeservers.com
Animals Voice: http://www.animalsvoice.com
Apasfa: http://www.apasfa.org
Circuses: http://www.circuses.com
Circo legal não tem animal – WSPA Brasil
Animais de Circo
Projeto Esperança Animal – PEA
APASFA – Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis
Aliança Internacional do Animal
PROANIMA
http://www.ad-international.org/animals_in_entertainment/go.php?id=1427&ssi=10
http://idealismodebuteco.wordpress.com/2008/10/31/a-triste-realidade-dos-animais-de-circo/
http://groups.yahoo.com/group/InfoNature-Portugues/message/860
29.11.12
ANIMAIS EM CIRCOS DESEDUCAM
A todas as pessoas singulares ou coletivas, solicita-se o envio do correio electrónico, abaixo dirigido à diretora regional da educação do Governo regional dos Açores.
Muito obrigado
Enviar para:
dref.info@azores.gov.pt
Cc: apacores@gmail.com, cantinhoanimaisacores@hotmail.com, acoresmelhores@gmail.com
Exmos Senhores,,
Através da comunicação social tomamos conhecimento de um anúncio onde se mencionava a exibição de um circo “dentro do ginásio de uma escola” na freguesia dos Ginetes, na ilha de São Miguel (Açores).
Confirmando o que o senso comum nos induz, na recente Declaração de Cambridge sobre a consciência, assinada por uma plêiade dos mais competentes cientistas, afirma-se que muitas espécies animais, incluindo os mamíferos e as aves, além de serem seres sencientes, são seres conscientes, muito à semelhança dos seres humanos.
A utilização de animais em espetáculos circenses é cada vez mais condenada pelas sociedades contemporâneas. A utilização de animais para entretenimento já não faz qualquer sentido nos tempos que correm. Existem muitas razões para esta tomada de posição, nomeadamente, as condições inadequadas de cativeiro a que os animais são submetidos, o uso de violência nos treinos e condicionamento dos animais, a privação de liberdade e de contacto com membros da sua espécie, entre outras.
Uma outra razão que conduz a este repúdio prende-se com o facto dos supostos objetivos educacionais, resultantes da exibição de animais em atividades circenses, junto das crianças e jovens, falharem por completo. Quando as crianças e jovens observam os animais a “atuarem” num circo não são levados a refletir sobre a importância da proteção das espécies selvagens em liberdade. Muito pelo contrário.
Os animais utilizados nos circos são submetidos a restrições físicas e sociais graves, na medida em que estão privados de viver no seu meio ambiente natural e de interação com outros animais da mesma espécie. Estes animais são coagidos a ter comportamentos muito distintos dos que habitualmente têm no seu meio ambiente natural, pelo que, nos circos com animais, as crianças e jovens assimilam e interiorizam que é normal e socialmente aceite privar os animais da sua liberdade apenas para o nosso divertimento.
Os animais não escolheram ser artistas de circo e não é desta forma que queremos que as nossas crianças e jovens os vejam.
Tendo tomado conhecimento que o Circo Família Cardinali exibe animais selvagens em escolas, e por todas as razões acima descritas, vimos, por este meio, manifestar a nossa desaprovação na utilização de animais em atividades circenses e, particularmente, na sua exibição em estabelecimentos escolares cuja população-alvo preferencial são crianças e jovens.
Cumprimentos
(Nome)
22.9.12
12.10.09
Circos proibidos de comprar animais selvagens
A conservação das espécies, o bem-estar e saúde dos animais e também a segurança dos cidadãos são as razões avançadas Ministério do Ambiente no preâmbulo da portaria hoje publicada no Diário da República
(In “Expresso.pt”, 12 de Outubro de 2009)
A exibição de animais nos circos tem os dias contados com a publicação de uma lei que proíbe a compra de novos macacos, elefantes, leões ou tigres e que impede a reprodução dos animais já detidos pelos circos.
A portaria 1226/2009, publicada hoje e que entra em vigor na terça-feira, divulga uma lista de espécies consideradas perigosas, pelo seu porte ou por serem venenosas, que só podem ser detidas por parques zoológicos, empresas de produção animal autorizadas e centros de recuperação de espécies apreendidas.
Os circos não fazem parte da lista de excepções, assim como as lojas de animais, que também ficam proibidas de vender cobras de grande porte ou venenosas, algumas aranhas ou lagartos.
Entre as espécies cuja detenção passa a ser proibida pela nova lei - excepto para os zoológicos e as entidades autorizadas - incluem-se todas as espécies de primatas, de ursos, de felinos (excepto o gato), otárias, focas, hipopótamos, pinguins ou crocodilos.
A proibição abrange ainda, na classe das aves, todas as avestruzes, e, na dos répteis, as tartarugas marinhas e as de couro, assim como serpentes, centopeias e escorpiões.
Registo obrigatório
No preâmbulo do diploma, o Ministério do Ambiente justifica a nova lei com motivos relacionados com a conservação dessas espécies, com o bem-estar e saúde dos exemplares e também com a garantia de segurança, do bem-estar e da comodidade dos cidadãos "em função da perigosidade, efectiva ou potencial, inerente aos espécimes de algumas espécies utilizadas como animais de companhia".
A portaria ressalva a situação dos espécimes já detidos aquando da entrada em vigor da lei, na terça-feira, bem como dos híbridos dele resultantes, que devem ser registados no Instituto da Conservação da natureza e Biodiversidade (ICNB) no prazo de 90 dias.
Os detentores de espécimes das espécies listadas no diploma têm de ser maiores de idade e fazer o registo no ICNB.
O diploma determina ainda que não é "permitida a aquisição de novos exemplares nem a reprodução daqueles que possuam no momento do registo".
Associações de defesa dos animais aplaudem diploma
A associação Animal e a Liga Portuguesa para os Direitos do Animal saudaram hoje o Governo português pela proibição (a médio prazo) da exibição de animais em circos.
"Este é um forte sinal de que o Governo está acordado para esta questão", da exploração dos animais em circos, disse à agência Lusa Miguel Moutinho, da associação Animal.
Na opinião deste responsável, os animais que estão actualmente nos circos deveriam ser retirados e entregues ao Estado, que lhes daria um destino, mas a lei hoje publicada proíbe apenas aos circos a aquisição de novos animais, impedindo apenas que comprem novos e a reprodução dos já detidos.
"Não me parece bem retirar todos os animais dos circos, pois não havia sítio para os colocar", defendeu Maria do Céu Sampaio, presidente da Liga Portuguesa para os Direitos do Animal (LPDA).
A Liga considera o diploma hoje publicado "um passo no sentido de acabar com a exploração dos animais", mas ressalva que agora é necessário que o diploma seja aplicado e que a fiscalização seja implementada.
"Esperemos que a lei se cumpra e haja fiscalização", afirmou Maria do Céu Sampaio.
Fonte: Associação "Animal"
13.7.09
Bolívia o primeiro país no mundo a abolir animais selvagens ou domésticos de circos ambulantes
A Animal Defenders International (Associação Internacional de Defensores dos Animais) ficou feliz por saber que o Presidente Evo Morales, da Bolívia, acabou de aprovar uma lei que acaba com o uso de animais domésticos ou selvagens em circos ambulantes.
Depois de ter sido aprovada em Congresso, a proposta passou o último teste, no qual se esperava a assinatura do Presidente, e aguarda agora publicação oficial, que será feita dentro das próximas semanas.
Bolivia first country in the world to ban wild and domestic animals from travelling circuses
Animal Defenders International (ADI) is delighted that Bolivia’s President Evo Morales has signed a new law to end the use of wild and domestic animals in travelling circuses.
After a successful passage through the Congress, the Bill passed the final hurdle, awaiting the President’s signature, and the new Act is expected to be published in the following weeks.
The law, tabled by Congresswoman Ximena Flores of Potosi, arose as a result of evidence gathered during a disturbing undercover investigation by ADI that included: lions confined in a tiny cage on the back of a truck (two were pregnant but continued to perform); a mandrill confined in a tiny cage; three brown bears kept in tiny compartments measuring just 2.5x3m, inside a cage on the back of a truck ¬– their only exercise was the walk to and from the ring for their short performance. Lack of safety barriers were noted, as the animals were made to dance, play dead and ride a bicycle. The findings of the investigation were presented to the Congress together with ADI’s report on the scientific evidence of suffering of animals in travelling circuses, ‘The Science on Suffering’.
The new law bans the use of wild and domestic animals in circuses in the Bolivia, as their conditions and confinement it is considered an act of cruelty. The circuses will be allowed one year to adapt their shows to a humans-only programme and during this time, the government will issue regulations on confiscation and pecuniary sanctions for any breaches of the law.
This is the first national law to ban the use of both domestic and wild animals in circuses. So far, similar bans on animal use in travelling circuses in Austria, Costa Rica, Finland and Denmark only prohibit the use of wild animals or certain species.
In recognition of President Morales’ stand on the issue and his government’s prompt action, ADI has presented the Bolivian government with the Toto Award on animal protection and conservation.
ADI Chief Executive Jan Creamer, “This is a truly historic day for circus animals. The undercover investigations, the scientific research and the hard work of our supporters in Bolivia has made a difference for animals that will reach around the world. Bolivia is the first country to ban animal circuses in South America and the first worldwide to ban both domestic and wild animals in circuses. We applaud the President Evo Morales for setting the highest standard for animal protection for South America, which the rest of the world now needs to follow. We also salute the efforts of Congresswoman Flores and all the local organizations and who along with ADI worked tirelessly to ensure that the bill became a law."
NOTES FOR EDITORS
For further information, contact: ADI Press Office
Press mobile: 07785 552548
Switchboard: +44 (0)20 7630 3344
prdesk@ad-international.org
Fontes:
http://www.centrovegetariano.org/index.php?id=46226
http://www.ad-international.org/media_centre/go.php?id=1569&si=12
Depois de ter sido aprovada em Congresso, a proposta passou o último teste, no qual se esperava a assinatura do Presidente, e aguarda agora publicação oficial, que será feita dentro das próximas semanas.
Bolivia first country in the world to ban wild and domestic animals from travelling circuses
Animal Defenders International (ADI) is delighted that Bolivia’s President Evo Morales has signed a new law to end the use of wild and domestic animals in travelling circuses.
After a successful passage through the Congress, the Bill passed the final hurdle, awaiting the President’s signature, and the new Act is expected to be published in the following weeks.
The law, tabled by Congresswoman Ximena Flores of Potosi, arose as a result of evidence gathered during a disturbing undercover investigation by ADI that included: lions confined in a tiny cage on the back of a truck (two were pregnant but continued to perform); a mandrill confined in a tiny cage; three brown bears kept in tiny compartments measuring just 2.5x3m, inside a cage on the back of a truck ¬– their only exercise was the walk to and from the ring for their short performance. Lack of safety barriers were noted, as the animals were made to dance, play dead and ride a bicycle. The findings of the investigation were presented to the Congress together with ADI’s report on the scientific evidence of suffering of animals in travelling circuses, ‘The Science on Suffering’.
The new law bans the use of wild and domestic animals in circuses in the Bolivia, as their conditions and confinement it is considered an act of cruelty. The circuses will be allowed one year to adapt their shows to a humans-only programme and during this time, the government will issue regulations on confiscation and pecuniary sanctions for any breaches of the law.
This is the first national law to ban the use of both domestic and wild animals in circuses. So far, similar bans on animal use in travelling circuses in Austria, Costa Rica, Finland and Denmark only prohibit the use of wild animals or certain species.
In recognition of President Morales’ stand on the issue and his government’s prompt action, ADI has presented the Bolivian government with the Toto Award on animal protection and conservation.
ADI Chief Executive Jan Creamer, “This is a truly historic day for circus animals. The undercover investigations, the scientific research and the hard work of our supporters in Bolivia has made a difference for animals that will reach around the world. Bolivia is the first country to ban animal circuses in South America and the first worldwide to ban both domestic and wild animals in circuses. We applaud the President Evo Morales for setting the highest standard for animal protection for South America, which the rest of the world now needs to follow. We also salute the efforts of Congresswoman Flores and all the local organizations and who along with ADI worked tirelessly to ensure that the bill became a law."
NOTES FOR EDITORS
For further information, contact: ADI Press Office
Press mobile: 07785 552548
Switchboard: +44 (0)20 7630 3344
prdesk@ad-international.org
Fontes:
http://www.centrovegetariano.org/index.php?id=46226
http://www.ad-international.org/media_centre/go.php?id=1569&si=12
29.4.09
Sintra proíbe touradas e espectáculos de circo com animais
Decisão tomada na Assembleia Municipal
Sintra proíbe touradas e espectáculos de circo com animais
27.04.2009 - 16h58 Romana Borja-Santos
Se for a Sintra e assistir a uma tourada ou a um espectáculo de circo onde entrem animais é porque a lei está a ser violada. A Assembleia Municipal decidiu proibir, na última reunião, este tipo de espectáculos, na sequência da aprovação do Regulamento de Animais de Sintra.
A medida, tomada na última quinta-feira, contou com os votos favoráveis do Bloco de Esquerda e da maioria do PS e da coligação “Mais Sintra”. Já a CDU e alguns deputados do PS e da coligação votaram contra.
Para Miguel Moutinho, Presidente da Animal, “o ano de 2009 está a ser absolutamente histórico para o progresso político da protecção dos animais em Portugal. Ao fim de muitos anos de luta com importantes consequências sociais mas sem consequências políticas a favor dos animais, a Animal está finalmente a testemunhar a concretização de medidas importantíssimas para os animais de Portugal, nomeadamente as tomadas em Viana do Castelo, Braga, Cascais e, agora, Sintra”.
E acrescenta, em comunicado: “Com a continuação do trabalho até aqui desenvolvido, reforça-se a convicção da Animal de que não tardará muito até que Portugal seja um país livre da tortura de animais em touradas e da brutalização e subjugação de animais em circos”.
Recorde-se que, no início do ano, Viana do Castelo foi a primeira a dar um passo no sentido de se declarar uma “cidade anti-touradas”. Depois, os presidentes da Câmara de Braga e de Cascais anunciaram a proibição de touradas nos seus concelhos, sendo que este último também não permitirá espectáculos de circo com animais em estruturas desmontáveis.
De acordo com uma sondagem citada pela Animal, feita em Março de 2007, 61,1 por cento dos habitantes do norte do país declaram querer que as touradas sejam proibidas por lei em todo o país e 64,5 por cento que declaram querer que as cidades e vilas em que residem sejam declaradas cidades e vilas anti-touradas.
(Notícia recebida por mail de fonte não indicada)
Sintra proíbe touradas e espectáculos de circo com animais
27.04.2009 - 16h58 Romana Borja-Santos
Se for a Sintra e assistir a uma tourada ou a um espectáculo de circo onde entrem animais é porque a lei está a ser violada. A Assembleia Municipal decidiu proibir, na última reunião, este tipo de espectáculos, na sequência da aprovação do Regulamento de Animais de Sintra.
A medida, tomada na última quinta-feira, contou com os votos favoráveis do Bloco de Esquerda e da maioria do PS e da coligação “Mais Sintra”. Já a CDU e alguns deputados do PS e da coligação votaram contra.
Para Miguel Moutinho, Presidente da Animal, “o ano de 2009 está a ser absolutamente histórico para o progresso político da protecção dos animais em Portugal. Ao fim de muitos anos de luta com importantes consequências sociais mas sem consequências políticas a favor dos animais, a Animal está finalmente a testemunhar a concretização de medidas importantíssimas para os animais de Portugal, nomeadamente as tomadas em Viana do Castelo, Braga, Cascais e, agora, Sintra”.
E acrescenta, em comunicado: “Com a continuação do trabalho até aqui desenvolvido, reforça-se a convicção da Animal de que não tardará muito até que Portugal seja um país livre da tortura de animais em touradas e da brutalização e subjugação de animais em circos”.
Recorde-se que, no início do ano, Viana do Castelo foi a primeira a dar um passo no sentido de se declarar uma “cidade anti-touradas”. Depois, os presidentes da Câmara de Braga e de Cascais anunciaram a proibição de touradas nos seus concelhos, sendo que este último também não permitirá espectáculos de circo com animais em estruturas desmontáveis.
De acordo com uma sondagem citada pela Animal, feita em Março de 2007, 61,1 por cento dos habitantes do norte do país declaram querer que as touradas sejam proibidas por lei em todo o país e 64,5 por cento que declaram querer que as cidades e vilas em que residem sejam declaradas cidades e vilas anti-touradas.
(Notícia recebida por mail de fonte não indicada)
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