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19.7.14
18.7.14
16.4.12
30.1.12
Zangam-se as comadres, sabem-se as verdades

“Já começaram nesta ilha as touradas de corda, divertimento bárbaro e estúpido, de que o sr. governador civil substituto é fiel apaixonado” . E depois de enumerar os lugares que promoviam tais divertimentos, o autor remata:
“Excelente serviço o que nos está prestando o sr. Visconde das Mercês, com as corridas de toiros!
O nome de sua exª há-de passar à história da tauromaquia na ilha Terceira…
Mas que fazem os empresários das praças, cujos interesses são lesados conjuntamente com os da Fazenda Nacional?
Calam-se, o sr. governador civil – que parece dar o cavaco para ver gente estropiada, e os pobres animais espicaçados – vai concedendo licenças por dá dá aquela palha!
Tristíssimo”
Nota- Título e sublinhados da nossa responsabilidade. De acordo com a informação, as duas modalidades de tourada competem entre si no que aos maus tratos infligidos aos touros. No século XIX as de corda superavam as de praça.
Fonte: António Miguel Moniz, Gazeta de Notícias, 23 de Maio de 1888, extraído de Tauromaquia Terceirense de Pedro de Merelim.
9.8.11
Matar cães em 1913
O Correio do Norte, jornal que se publicou na Ribeira Grande, em 1913 denunciava o facto de alguns condutores de automóveis atropelarem cães para os matar.
Aqui vai um extracto do texto:
"Ainda há bem poucos dias foi cometida tal crueldade, na rua de São Francisco desta vila, pelo condutor de um automóvel de Ponta Delgada, o qual desviou propositadamente a direcção do carro, para passsar por cima de um cão. O pobre animal, colhido por uma das rodas, ficou em lamentável estado, sendo horroroso o seu sofrimento".
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