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30.10.17

Eles sabem que eles sofrem


Sobre o sofrimento dos touros: fala quem sabe


“A tauromaquia praticada nos Estados Unidos, ali implantada pela mão de muitos terceirenses, para além da simulação da morte, no redondel, do animal lidado, também simula a sorte de bandarilhas, pelo que, sem a utilização de farpas, o animal não verte sangue nenhum. O que não quer dizer que se tenha anulado a possibilidade de o toiro sofrer, pois basta estar confinado num espaço e ser desafiado para uma atividade que lhe é pouco natural para se poder imaginar algum sofrimento. O mesmo acontece na Touradas à Corda. Mas isto de animais a sofrer é um capítulo muito extenso que não cabe neste texto”
João Rego
NE: Artigo publicado na edição impressa n.º 506 de 13 de outubro de 2017
http://www.jornaldapraia.com/noticias/ver.php?id=2351

11.12.11

Veterinário escreve sobre o sofrimento do cavalo e do touro




Percurso do touro usado para toureio.

Um exemplo: vive uns 4 anos bem na campina, espaço largo e com boas condições. Desenvolve-se. Um dia alguém decide escolhê-lo para a lide numa tourada. Enxotam-no, com ou sem medicação, para uma manga e enfiam-no numa caixa apertada onde mal se pode mexer. O stress da claustrofobia é tremendo, ao passar da liberdade e tranquilidade da campina para o caixote, onde fica confinado. A seguir acresce a ansiedade/pânico do transporte. Depois a espera, provavelmente, com pouco ou nenhum alimento e bebida. Talvez sendo injectado, a ponta dos cornos cortada até ao vivo e muito enervado, ficando extrema e dolorosamente sensível ao contacto. Mais tarde, a condução ao curro da praça de touros. Empurrado depois para a arena = beco cruel sem saída, suportando logo o enorme alarido, que ainda o assusta mais. Depois a provocação, o engano, o cravar dos ferros, que o ferem através da pele, aponevrose, mais ou menos músculo, tendão e, por vezes até pleura e pulmão (meu testemunho) e o fazem sangrar e sofrer. Tudo isto o enfurece, o magoa, o deprime e o esgota. Depois é retirado com as “chocas”. Brutalmente, tal como foram cravados, os ferros são agora retirados. Depois o sofrimento cresce pela dor provocadas pelos ferimentos, infectando e provocando febre, animicamente derrotado, até que o abate liberte de tamanho sofrer esta desgraçada vítima dos chamados humanos, “corrido” e torturado unicamente para diversão de aficionados, alimentar de vaidades, de negócios de tauromáquicos e no prosseguimento de uma cruel tradição.
É, portanto, uma aberração, comprovativa da maior hipocrisia, quando tauromáquicos e ganadeiros afirmam serem as pessoas que mais gostam dos touros.
Revoltante e vergonhoso é que tal crueldade seja permitida legalmente, feita espectáculo e publicitada.


Percurso do cavalo usado para toureio
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É um animal de fuga, que procura a segurança e que a atinge pondo-se à distância daquilo que desconfia ou que considera ser perigoso. Defende-se do agressor próximo com o coice e por vezes com a sapatada do membro anterior, se for mais afoito ou considerar o perigo menor.
No treino e na lide montada, ele é dominado pelo cavaleiro com ferros mais ou menos serrilhados na boca (freio, bridão) mais ou menos castigadores e incitado de tal maneira pela voz e por outras acções, chamadas hipocritamente de “ajudas”, como sejam de esporas que são cravadas provocando muita dor e até feridas sangrentas.
Ele é impelindo para a frente para fugir à acção das esporas, devido à dor que elas lhe provocam e a voltar-se pela dor na boca e pelo inclinar do corpo do cavaleiro .
Resumindo: o cavalo é obrigado a enfrentar o touro pelo respeito/receio que tem do cavaleiro, que o domina e o castiga, até cravando-lhe esporas no ventre e provocando-lhe dor e desequilíbrio na boca. Isso transtorna-o de tal maneira, que o desconcentra do perigo que o touro para ele representa de ferimento e de morte e quase o faz abstrair disso.
É, portanto, uma aberração, comprovativa da maior hipocrisia, quando cavaleiros tauromáquicos afirmam gostarem muito dos seus cavalos e lhes quererem proporcionar o bem estar.
Revoltante e vergonhoso é que tal crueldade seja permitida legalmente, feita espectáculo e publicitada.

Vasco Reis, médico veterinário

23.7.10

Humane Society Veterinary Medical Association (HSVMA) contra touradas




La asociación de veterinarios americanos, Humane Society Veterinary Medical Association (HSVMA), hizo llegar en el día de ayer, una carta al Parlamento de Catalunya a escasos días de que los diputados catalanes voten de forma definitiva la Iniciativa Legislativa Popular que podría dar lugar a la abolición de las corridas de toros en todo el territorio catalán.

La carta íntegra, puede ser leída en castellano, inglés y francés

La asociación de veterinarios, Humane Society Veterinarian Medical Association (HSVMA), ha entregado una carta al Parlamento de Cataluña en la cual declaran que una corrida de toros es un evento brutal en el que los receptores de dolor del toro son constantemente estimulados

Consternados por el hecho de que afirmaciones que no pueden ser escrutadas por la comunidad científica puedan influenciar una decisión del Parlamento de Cataluña sobre las corridas de toros, el HSVMA, junto con distintas autoridades en el campo de la veterinaria y de la ética animal, instan al Parlament de Cataluña a no tomar en cuenta declaraciones que sugieren que el toro no sufre considerablemente durante la corrida de toros.

El Parlament de Cataluña tiene previsto votar sobre una Iniciativa Legislativa Popular para la abolición de las corridas de toros en esta Comunidad Autónoma el día 28 de Julio. El Dr. Illera, un veterinario de Madrid, ha comparecido delante de la Comisión de Medio Ambiente del Parlamento catalán en defensa del mantenimiento de las corridas de toros, haciendo algunas declaraciones que podrían sugerir que el toro no sufre durante la corrida.

Citando referencias publicadas de la literatura científica, el HSVMA y los expertos en comportamiento animal indican que “la evidencia de que los bovidos son capaces de experimentar el dolor y el sufrimiento es abrumadora”.

El HSVMA advierte que “la afirmación de que la percepción del dolor puede ser amortiguada a través de una selección artificial es una aserción muy seria, que de ser una afirmación falsa llevaría indudablemente a un sufrimiento animal sustancial”. La carta prosigue indicando que “el trabajo del doctor Illera y su equipo que pone en duda el dolor en las corridas todavía no ha aparecido en una publicación internacional respetable” -y que- “El conjunto de este trabajo de investigación no tiene el peso ni la profundidad que puedan servir de base a ningún tipo de decisión parlamentaria sobre las corridas de toros”.

Entre los expertos que firman la carta están los renombrados Dr. Jim Reynolds y Dra. Peggy Larson; el Dr. Reynolds, antiguo presidente de la Association of Bovine Practitioners Animal Welfare Committee, el cual asesora en proyectos de bovinos en el campo internacional; la Dra. Peggy Larson, que fue directiva veterinaria médica en el Departamento de Agricultura de Estados Unidos y que ha participado en inspecciones de bienestar animal, incluyendo el uso de toros en espectáculos.

La carta concluye afirmando que estos expertos creen que “los toros destinados a la lidia, como el resto de bovinos, sienten dolor y sufren en la arena de la plaza”, y que esta “opinión se basa en la ciencia irrefutable de la anatomía, la fisiología y la neurología que gobierna los receptores del dolor en la piel y los músculos de los bovinos”.

El HSVMA, así como el resto de destacados veterinarios y profesionales del trato ético a los animales que firman esta carta son el 4º grupo de veterinarios y expertos que hace una declaración pública en contra de las corridas de toros. La Asociación de Veterinarios Abolicionistas de la Tauromaquia (AVAT) de España, el Colectivo de Veterinarios Opuestos a la Corrida, de Francia, y la Facultad de Ciencias Biológicas de la Universidad de Valencia ya han hecho declaraciones públicas que instan a los gobiernos a que prohíban las corridas de toros por ser estas prácticas inaceptablemente crueles.

19.4.10

Biólogos contra touradas

Aquando da tentativa de legalizar as touradas picadas nos Açores, foi convidado um "cientísta" espanhol que declarou que os touros não sofriam. Na sua terra as suas teorias são contestadas por veterinários e agora por biólogos.

Está na altura dos veterinários e biólogos açorianos virem a público dizer o que a ciência comprova, isto é os touros são submetidos a uma autêntica tortura nas praças.

Aqui fica a notícia:

La Facultad de Ciencias Biológicas aprueba una declaración en contra de las corridas de toros



ABC.es|VALENCIA

Publicado Lunes , 19-04-10 a las 15 : 08

La Universitat de Valencia se ha sumado a la polémica sobre la prohibición de las corridas de toros. Concretamente, la Facultad de Ciencias Biológicas ha aprobado una declaración en la que se muestra contraria a la Fiesta Nacional

En la declaración se incide en que el debate sobre las corridas de toros y otros espectáculos taurinos sobre si constituyen un patrimonio cultural a preservar o una crueldad intolerable está cada vez más presente en la sociedad española y se recuerda que la Generalitat Valenciana ha propuesto la declaración de Bien de interés cultural (BIC) para los festejos taurinos.

Desde la Facultad se destaca que los estudios han puesto de manifiesto una continuidad evolutiva entre el hombre y los restantes animales mucho mayor de lo que sugería la concepción tradicional dominante en nuestra cultura.

Así, inciden en que los animales poseen sistemas especializados en la percepción de estímulos y que dicha percepción va acompañada de un intenso y desagradable componente afectivo. Por tanto, la conclusión a la que apuntan estas observaciones es que «los toros experimentan dolor, estres y sufrimiento con características semejantes a los de los seres humanos».

De hecho, recuerdan que la legislación de la UE reconoce explícitamente que los animales «son seres sensibles y establece como objetivo evitar a los animales todo dolor o sufrimiento innecesario».

De la misma forma, en la declaración dejan constancia que «las tradiciones cambian, y prácticas consideradas aceptables hace apenas unos pocos años actualmente son ilegales o se consideran inaceptables».

Por ello, inciden en que la sociedad debería reflexionar sobre «si un espectáculo en el que la violencia en vivo forma parte sustancial, por más que haya otros elementos, es un bien cultural a preservar y transmitir a las futuras generaciones».

«Evitar el dolor animal y transmitir a las nuevas generaciones valores exentos de crueldad. Además, el maltrato a los animales está reñido con los valores de respeto y admiración por la naturaleza que intentamos transmitir a nuestros estudiantes», según consta en el docunmento que finaliza mostrando su posición «en contra de las corridas de toros y de otros espectáculos en que se practica el maltrato a los animales y a su consideración como Bien de interés cultural», y hacen un llamamiento a la Universitat y otras Facultades de Biológicas y Veterinaria de toda España a hacer suya esta posición.

http://www.abc.es/20100419/nacional-/facultad-ciencias-biologicas-aprueba-201004191508.html

11.4.09

Veterinário contesta estudo dito científico que diz que touros se divertem quando são torturados


Entrevista concedida a Maltrato Animal: Un Crimen Legal por el Sr. D. José Enrique Zaldívar, perteneciente al Ilustre Colegio de veterinarios de Madrid, Vicepresidente de AVAT (Asociación de Veterinarios Abolicionistas de la Tauromaquia), autor de Blogs, estudios y artículos sobre cuestiones veterinarias y de maltrato animal, así como participante en numerosas Conferencias dentro y fuera de nuestro País y en programas de televisión centrados principalmente en la tortura y muerte de toros en corridas y en diferentes festejos populares.

¿Cuál es a su juicio, como profesional de la veterinaria, la validez de las teorías del D., Illera, según las cuales el toro apenas sufre y que están sirviendo de base para rebatir el hecho de su dolor físico por parte de los taurinos?.

Para mí y tras estudiar en profundidad su estudio, no tiene ninguna validez científica. Como te he comentado antes, lo que me impulsó a tomar parte activa en este movimiento que cada día cobra más fuerza, fue la lectura de sus conclusiones. El profesor Illera fue compañero mío de promoción y su padre fue el catedrático de Fisiología del que recibí una excelente formación en dicha asignatura. Era un magnífico orador y comunicador de conocimientos y sumamente justo a la hora de juzgar el saber de sus alumnos. Creo recordar que además era en aquella época, veterinario titular de la plaza de Las Ventas en Madrid.
Yo no puedo negar que las determinaciones hormonales de dicho estudio sean falsas. Tengo que aceptar que son las que se han publicado pero, el estudio tiene grandes lagunas en la metodología científica seguida y especialmente en las conclusiones que son totalmente irreales.
Me explico: cuándo se dice que el toro trasportado en un camión o que el toro que sale a la plaza y es devuelto a los corrales sin lidiar porque no vale para eso, sufre más que el toro que es sacrificado en el ruedo tras pasar por todas las suertes de la lidia, se están ocultando datos que están demostrados científicamente. Cuando me refiero a sufrimiento psíquico estoy hablando del estrés. El estrés se mide en muchas especies animales a través de una hormona que se llama cortisol. Cuando el profesor Illera dice que los toros transportados o los que son devueltos a los corrales sin lidiar, tienen más cortisol que los que van pasando por las suertes de la lidia, (unos por los picadores, otros por las varas y las banderillas y otros por los picadores, las banderillas, el estoque y el descabello), se está olvidando de algo sumamente importante y vital para sacar esas conclusiones. ¿De qué se olvida?, pues de la integridad del sistema nervioso. El toro transportado o el toro que no es lidiado tienen su sistema nervioso íntegro y los que pasaron por las diferentes suertes de la lidia no. Éstos últimos han sufrido lesiones en sus transmisiones nerviosas y precisamente son esas lesiones las que impiden que sus niveles de cortisol sean los esperados. Para que el eje hipotálamo-hipófisis-adrenales, es decir el sistema glandular que se ocupa de la respuesta al estrés pueda ser valorado, es necesaria la integridad del sistema nervioso. ¿Qué integridad de dicho sistema hay en un toro al que se le ha seccionado la médula espinal mediante el descabello o la puntilla? Evidentemente ninguna.
Tenemos que hablar también aquí del conocido como Síndrome de Adaptación que fue ampliamente estudiado por una eminencia como Selye. Cualquier organismo superior ante una situación de estrés, pasa por una fase de alarma, en la que descarga adrenalina, noradrenalina y cortisol en grandes cantidades. El fin de estas descargas es pasar a la fase siguiente que es la adaptarse al estímulo que le provoca estrés. Si lo consigue, los niveles de cortisol se normalizan, lo que significaría que nos hemos adaptado a la situación que nos estresa. Lo que pretende el estudio es hacernos creer que el toro de lidia se queda en esta fase y que por tanto se adapta a la novedosa situación que está viviendo, pero no es así. El organismo del toro o fracasa y pasa a la fase de agotamiento en la que es incapaz de responder, o bien sigue luchando para intentar adaptarse sin conseguirlo. Si el sistema nervioso del toro estuviera íntegro veríamos unas cifras de cortisol mucho más altas de las que se publican en el estudio. Los toros que han sido analizados después de seccionar su médula espinal tienen niveles de cortisol casi normales. Pues bien, una persona con la médula espinal seccionada no tiene respuesta al cortisol, es decir su valor no es que sea normal, es que es muy próximo a 0. Resulta sumamente interesante saber que conforme avanza la lidia, el toro va teniendo menos cortisol en su sangre. Resulta curioso saber que cuanto más avanza la lidia, los daños provocados en el sistema nervioso son cada vez mayores. No es que haya menos estrés, lo que hay es más estrés que no puede ser manifestado en forma de descargas de altas cantidades de cortisol porque los mecanismos nerviosos que hacen que esa respuesta se produzca están minimizados. Y evidentemente el agotamiento orgánico del animal influye también de manera considerable.
El otro gran error del estudio es dotar a unas hormonas llamadas betaendorfinas de unas propiedades que no tienen. Me explico: en el estudio se nos dice que el toro, en el momento de las puyas descarga ingentes cantidades de estas hormonas que serán capaces de neutralizar el dolor que se le está provocando. Pues bien, te puedo decir que, en ningún estudio científico de los que he consultado y en cuya recopilación he contado con la inestimable ayuda de algunos médicos españoles y franceses, en ninguno, se atribuye a las betaendorfinas la capacidad de neutralizar el dolor. En el 90% de ellos se las atribuye la capacidad contraria. Quiero decir que a mayor cantidad de betaendorfinas detectadas en personas que sufrían dolor, mayor era la cantidad de estas hormonas en su sangre. Las mujeres que manifestaron mayor dolor durante sus partos eran las que más betaendorfinas descargaban. Los niños que habían nacido de partos complicados, es decir, que habían sufrido más en ellos, eran los que más betaendorfinas tenían en su sangre. Los enfermos que más dolor manifestaron antes y después de cirugías de tipo traumático, eran los que más betaendorfinas produjeron en su organismo. No podemos por tanto creer que en el toro de lidia, estas sustancias cumplan con cometidos que nunca se han aceptado en ningún estudio científico. A lo sumo, en alguno de ellos, se habla de que son capaces de paliar el dolor, pero en la inmensa mayoría se dice que son hormonas que median y que miden la intensidad de él.
Actualmente existe la sospecha de que algunos toros salen dopados con analgésicos, tranquilizantes y antiinflamatorios. De hecho, en la última Feria de San Isidro, se ha instaurado por orden de la Comunidad de Madrid el control antidoping, si el Presidente de la corrida tenía la sospecha de que algún toro estuviera dopado. Sería absurdo dopar a toros que son capaces de controlar el dolor con estas mágicas sustancias que su propio organismo genera. ¿Para que le vamos a poner a un toro Fynadine o Feldene si queremos ocultar una cojera, si en cuanto le apliquen las puyas van a desaparecer todos sus dolores?. Debo decir que además estas sustancias que he nombrado, a determinadas dosis, son capaces de disminuir las sensaciones de estrés. Lo que no sé es si en el estudio se ha tenido en cuenta esta circunstancia y a los toros analizados se les ha hecho un control de estas sustancias. Lo dudo.
Otra cosa que me ha llamado mucho la atención según iba recopilando información para rebatir el estudio del profesor Illera es que, en el año 2002, él mismo, dirigió una tesis doctoral en que se afirmaba que la lidia suponía para el toro un gran estrés en un muy corto periodo de tiempo, con altas descargas de cortisol y de ACTH. No sé lo que habrán cambiado los toros de lidia en los últimos seis años para que ahora sea al revés. Lo tendrán que aclarar en su momento y seguramente desde AVAT se lo vamos a pedir. De ser ciertos los datos que figuran en esta tesis, estoy seguro que los valores de cortisol serían todavía más altos contando con la falta de integridad del sistema nervioso que te he comentado antes.

¿Podría detallar cuáles son los daños físicos que sufre el toro durante la lidia, qué órganos se le dañan, qué sufrimiento le producen las heridas así como también, el maltrato psicológico que padece el animal durante todo el proceso?.

Pues son muchos y estoy seguro que los grandes aficionados a la lidia los desconocen. Lo pude comprobar en el programa 360º de Antena 3 cuando pregunté cuántos de los allí presentes sabían la profundidad de penetración de una puya en el cuerpo del toro. El único que me respondió demostró su desconocimiento: dijo que 10 cm., que según él es lo que mide una puya. Erró por dos veces: la puya mide 9 cm. y en el 90% de las ocasiones se coloca fuera del lugar que los cánones taurinos dicen (morrillo) y provoca heridas de 20 o más cm. de profundidad. Habrá quién no comprenda como un instrumento cortante con un filo similar al de una cuchilla de bisturí del número 20, puede penetrar dos veces su tamaño o más, ya que han identificado puyazos de hasta 30 cm. de profundidad. La respuesta es sencilla: los picadores con el objeto de mermar lo más posible la capacidad física del toro, la utilizan como un sacacorchos, o hacen lo que se llama “mete-saca” y además, impiden la salida del toro del caballo cuando siente dolor con una maniobra ilegal que se llama “carioca”.
Las puyas lesionan apófisis espinosas de vértebras, pueden lesionar la parte alta de las costillas, provocan hemorragias que pueden llegar al 18% del volumen sanguíneo del toro, pueden traspasar la pleura provocando neumotórax y como consecuencia insuficiencia respiratoria. Seccionan y por tanto lesionan ramas dorsales de nervios, en especial los que forman parte del plexo braquiocefálico que es el encargado de inervar los miembros anteriores. Esta es una de las razones de que los toros se caigan o cojeen a la salida del caballo.
Las banderillas también hacen su trabajo, provocando lesiones de músculos, vasos sanguíneos y nervios no sólo en el momento en que son colocadas, sino durante el resto de la lidia, debido al movimiento constante que tienen sobre el dorso del animal.
La estocada casi nunca es colocada en el hoyo de las agujas, lo que permitiría la muerte rápida del toro por corte de la vena cava caudal o de la arteria aorta posterior y de algunos vasos de la entrada del pecho. En vez de eso, es capaz de lesionar el pulmón o el bronquio derecho del toro lo que provocará el paso de sangre de pulmón a bronquio, de éste a la traquea, de aquí al esófago y a las vías respiratorias altas y el toro morirá expulsando sangre por su boca. En toros brevilineos el estoque puede llegar a pinchar el corazón. Cuando vemos al toro tener hipo y dar marcha atrás es porque la estocada ha traspasado el diafragma, habiendo podido llegar incluso a pinchar la panza o el hígado. De esta manera se produce la parálisis del nervio frénico. En otras ocasiones el estoque tocará las zonas laterales de los pulmones y veremos unos hilillos de sangre que salen por sus ollares y su boca. Esto significa que el toro se está ahogando en su propia sangre. Y la mayoría de las veces la estocada cortará cordones nerviosos laterales a la médula espinal, que se ocupan de la inervación de la caja torácica, lo que provocará una parálisis con insuficiencia respiratoria que hará más agónica su muerte si es que cabe.Para terminar la sangría, que siempre se hace por amor al toro, faltaría más, se procede al descabello que consiste en seccionar la médula espinal. No se hace casi nunca una vez, sino varias, hasta que se acierta y si no, pues se usa la puntilla, que corta la médula con un cuchillo de 10cm.
Además de las lesiones que te he descrito, no debemos olvidar el sufrimiento de diversos órganos durante la lidia. Al toro se le somete a un esfuerzo para el que no está preparado. Las analíticas sanguíneas de estos animales revelan datos que en cualquier animal serían considerados como patológicos. Tengo recopilados varios estudios al respecto y no tardaré mucho en hacerlos públicos.

http://servicios.eldiariomontanes.es/tu-noticia/tu_noticia_ver/Entrevista-sobre-Tauromaquia-Jose-Enrique-Zaldivar-Veterinario/11147/1.htm

9.4.09

A Propósito dos Charlatões que afirmam que o Touro não Sofre


O touro sofre, e muito!

Há quem diga que o touro não tem sensibilidade nervosa, isto é, que não sente dor quando é picado pelos bandarilheiros. Isto é impossível cientificamente (já se mataram suficientes bovinos para se ver que os nervos estão lá...). Se um touro é picado por uma mosca, mexe a cauda para a enxotar: como é que ele faria isso se não sentisse a picada? Do mesmo modo, também sente os arpões ! Também há os que afirmam que não lhes dói tanto como a outros animais: a carga de adrenalina libertada devido à excitação e à dor fomenta a produção de endorfinas que reduzem a sensibilidade dos terminais nervosos do animal. Afirma-se que esta teoria provém de um estudo feito por uma faculdade de veterinária...que nunca ninguém viu (!).O touro é um mamífero superior; e tem um sistema nervoso muito parecido com o humano...mesmo que não sentisse tanta dor como nós (como pretendem alguns tauromáquicos), de certeza que o sofrimento proveniente das feridas é brutal (voltando à comparação com os humanos - imaginem a grandeza da dor infligida por um par de bandarilhas e, no caso dos touros de morte, uma estocada no coração mal dirigida). E se ainda há dúvidas, pode-se verificar que, à medida que a corrida avança, o touro tem cada vez menos força e vontade de reagir. Isto deve-se não só ao cansaço...mas à dor.

Sara Peres GERA (Grupo de Estudos de Recursos Ambientais)
In http://www.ajc.pt/cienciaj/n16/gera.php

O óbvio sofrimento dos touros

É óbvio que os touros sofrem quer antes, quer durante, quer após as touradas. A deslocação do animal do seu habitat, a sua introdução num caixote minúsculo em que ele se não pode mover e onde fica 24 horas ou mais, o corte dos chifres e as agressões de que é vitima para o enfurecer; ao que se segue a perfuração do seu corpo pela bandarilhas que são arpões que lhe dilaceram as entranhas e lhe provocam profundas e dolorosas hemorragias; e finalmente, na tourada à portuguesa, o arranque brutal dos ferros; e tudo isto já sem se referir a tortura das varas e do estoque na tourada à espanhola – representam sem quaisquer dúvidas sofrimento intenso e insuportável para um animal tão sensível que não tolera as picadas das moscas e as enxota constantemente com a cauda quando pasta em liberdade.
A SIC exibiu há tempos um documentário sobre o que se passa na retaguarda das touradas. Quando chegou à fase final do arranque das farpas o funcionário da praça não permitiu a filmagem por a considerar demasiado impressionante. Mas pudemos ouvir os horrendos uivos de dor que o animal emitia dos seu caixote exíguo e que eram de fazer gelar o sangue dos telespectadores.
Na tourada à espanhola com picadores o quadro ainda é mais cruel: o touro é perfurado ainda mais profundamente pela comprida e afiada ponta da "puya" que lhe rasga a pele, os músculos e os vasos sanguíneos, provocando-lhe intencionalmente uma dor intolerável e uma abundante hemorragia, enquanto um cavalo, de olhos vendados, é corneado pelo touro enraivecido e com frequência derrubado e ferido – e tudo isto para gáudio de uma multidão que a cada novo ferro cravado e a cada nova e mais profunda perfuração da vara, vibra com um gozo em que a componente sádica é óbvia.
Perante a evidência de que o touro sofre - e sofre intensamente - ao ser toureado, os aficcionados desdobram- se em atabalhoadas tentativas de justificação que não obedecem a um mínimo de razoabilidade, atingindo alguma vezes as raias do surrealismo.

António Maria Pereira
In http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php?topic=222.0

O touro é um mamífero capaz de sentir emoções fortes como dor, medo e até ansiedade. Possui um sistema límbico, um sistema nervoso complexo e terminações nervosas superficiais que lhe permitem sentir dor e sofrer (segundo estudo de John Webster, Veterinário Catedrático da Universidade de Bristol, 2005). É um herbívoro territorial, e como tal apenas se defende quando é atacado ou quando o seu espaço é invadido.

in http://www.centrovegetariano.org/Article-495-Touradas%253F....html

No entanto, os estudos científicos (http://articles.animalconcerns.org/ar-voices/archive/pain.html) feitos até agora apontam no sentido de que as agressões sofridas antes e durante as corridas sejam não só dolorosas mas incapacitantes. O touro fica com nervos e músculos rasgados, e a quantidade de sangue que perde continuamente enfraquece-o. Não parece ser sensato pensar que isto pode ser agradável para o Touro, ou mesmo indiferente.O touro, tal como os outros mamíferos, ao ter sistema nervoso central tem capacidade para sentir dor, ansiedade, medo e sofrimento. E os sinais exteriores que mostra na arena denuncia.

In http://www.fightbull.com/2006/pt/argumentos.html