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15.8.17

Mortes e feridos nas Praças de Touros


Mortes e feridos nas Praças de Touros

No passado dia 17 de junho, com trinta e seis anos morreu, no sudoeste de França. o toureiro basco Iván Fandiño que matava touros, para divertimento de seres pouco humanos, desde os 14 anos de idade. O toureiro foi atingido pelo corno de um touro quando já estava no chão durante uma tourada em Aire-sur-l'Adour.

De acordo com a agência de notícias EFE, no século XX, morreram 138 profissionais da tauromaquia devido a sofrimentos sofridos nas arenas.

A morte de toureiros não impressiona muito os adeptos da tauromaquia, pois para estes não há bela sem senão, isto é, não há beleza na tauromaquia se aqueles não colocarem em risco as suas vidas.

Os opositores das touradas não reagem de forma uniforme. Com efeito, se há alguns que se regozijam com as mortes, há outros que lamentam o facto e usam-no como um dos argumentos para combater as touradas.

Em relação ao número de mortes, Fernando Alvarez, doutor em biologia pela Universidade de Tulane (E.U.A.), autor do livro “La Verdade Sobre los Toros” não nega que não haja risco, mas considera-o muito baixo, pois os toureiros estão muito bem informados acerca dos handicaps físicos do touro, em termos de visão, que “não vê ou só vê um vulto entre meio metro e um metro de distância e que ataca sobretudo o que está mais perto e em movimento”.

O mesmo autor refere que os toureiros não têm qualquer razão para se vangloriarem dos seus pretensos feitos já que, segundo as estatísticas, muito maior risco correm as pessoas que trabalham nas minas, nos transportes e na construção civil”.

Não me incluo nos que ficam contentes quando alguém fica ferido ou morre numa tourada porque o que desejo é que não haja derramamento de sangue, nem abuso de animais, nem mortes nas praças ou nos matadouros, “às escondidas”, depois das touradas.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 31305, 15 de agosto de 2017, p.8)

12.9.15

A História negra da tauromaquia: Morte em dia de São João



Vitimado por acidente cardíaco, resultante de emoção sofrida no decurso da corrida de touros ...

(A União, 25 de junho de 1975)

21.7.15


Notícia de 1963 (Correio dos Açores)

Comunicado MCATA: Feridos graves e mortos resultantes das touradas à corda


Feridos graves e mortos resultantes das touradas à corda

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) condena veementemente a violência associada às touradas à corda que causa cada ano centenas de feridos, ligeiros e graves, originando também a morte de pessoas.

Foi recentemente tornada pública, através de um vídeo, a forma como duas pessoas foram gravemente vitimadas numa largada de touros inserida no cartaz das festas Sanjoaninas, as festas concelhias de Angra do Heroísmo. No entanto, o MCATA recebeu a denúncia de que uma outra pessoa teria igualmente sido colhida no mesmo lugar do Alto das Covas.

Desta forma, três pessoas foram assistidas e transportadas na traseira de um veículo para o Hospital de Santo Espírito de Angra do Heroísmo, onde receberem assistência médica, não tendo sequer sido utilizadas ambulâncias na deslocação dos feridos. O MCATA tem conhecimento de que ficaram internados devido aos ferimentos, sendo que um apresentou durante alguns dias um prognóstico reservado devido ao grau de lesão.

O MCATA tem vindo a alertar e sensibilizar as pessoas para o número de vítimas, feridos e mortos, provocado pelas touradas à corda e outros eventos tauromáquicos, nos quais as situações de violência gratuita são uma parte integral. Estima-se que sejam mais de 300 por ano o número de feridos, ligeiros ou graves, resultado das touradas à corda nos Açores. E em média morre uma pessoa por ano como consequência dos ferimentos, tendo sido registadas no mínimo três vítimas mortais nos últimos anos, nas ilhas de São Jorge, Graciosa e Pico.

O MCATA condena a organização e financiamento deste tipo de práticas por parte de algumas autarquias, que insistem em expor absurdamente os seus cidadãos a este grave perigo para a sua integridade física e em fomentar também o maltrato animal, sendo igualmente frequente nestas touradas que os animais resultem gravemente feridos ou morram.

Mas para além do financiamento das autarquias, há também a responsabilidade do Governo Regional dos Açores, que através de subsídios de diversas secretarias mantém apoios a uma indústria que vive destas práticas aberrantes, indiferente às numerosas vítimas que provoca, e revelando-se ainda um sorvedouro de fundos públicos.

O MCATA questiona, mais uma vez, como pode ser possível o Secretário Regional da Educação e Cultura ser conivente com estas situações, pretendendo elevar a Património da Humanidade uma prática violenta, tanto para as pessoas como para os animais e que não acrescenta nada de positivo à sociedade.

Até quando os açorianos vão permitir que a prática violenta da tauromaquia vitime e envergonhe toda uma região? Até quando o Governo Regional dos Açores vai ser cúmplice de situações destas?



Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/
21/07/2015

4.7.14

Tourada mata uma pessoa e faz 300 feridos por ano


Correio dos Açores, 5 de Julho de 2014

Não mais mortos e feridos nas touradas à corda


O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) lamenta profundamente a morte de mais uma pessoa, neste caso, a de um homem de 62 anos, durante a realização de uma tourada à corda na ilha de São Jorge. Esta morte é mais uma que vem somar-se à de um homem de 78 anos na ilha da Graciosa, em 2013, e à morte de um homem na ilha do Pico, em 2012. Assim, a trágica estatística das mortes nas touradas à corda na região situa-se, no mínimo, numa pessoa morta por ano.

Para além das pessoas que morrem, o número de feridos graves nas touradas à corda é bastante maior, como indicam os casos que chegam a ser conhecidos apesar de, no geral, raramente serem noticiados. No total, o número de feridos graves e ligeiros nos Açores como consequência das touradas à corda estima-se em mais de 300 em cada ano.

Estes números são necessariamente aproximados em virtude dos feridos e mesmo dos mortos resultantes das touradas à corda, não serem mencionados, na maioria das vezes pela comunicação social. Aliás, é lamentável que, no caso da pessoa recentemente falecida em São Jorge, a comunicação social tenha centrado a notícia exclusivamente nas dificuldades da evacuação médica, que não contestamos, chegando mesmo a não referir, muitas vezes, que a causa primeira da morte foram os ferimentos ocasionados durante uma tourada.

Todas estas mortes inúteis e todos estes numerosos feridos, graves ou ligeiros, poderiam ser facilmente evitados com a definitiva abolição das touradas nos Açores e a sua substituição por eventos culturais que, longe de cultivar a violência e a morte, fomentassem a alegria de viver e o respeito pelas pessoas e pelos animais. É cada vez mais evidente, nos Açores e em todo o mundo, que está na hora de acabar com esta barbárie absurda e sem sentido, permitindo aos povos evoluir e entrar definitivamente num progresso cultural próprio do século XXI.

Porém, longe deste entendimento, as touradas à corda continuam a receber apoios  públicos por parte do governo regional e das autarquias açorianas. Os governantes fecham os olhos à realidade e parecem varrer os mortos e os feridos para baixo do tapete.

Mas, ainda são também de lamentar as outras vítimas das touradas à corda: os touros. Infelizmente não são raros os casos de animais que chegam a morrer durante as touradas. São conhecidos casos de touros que morreram de esgotamento e outros que morrem ao embaterem contra um muro. São frequentes também os casos de animais que acabam gravemente feridos, perdendo um ou os dois cornos ao embaterem contra as paredes e muros, ou partindo ossos ao escorregar ou saltar nas ruas. É, ainda, comum ver touros com ferimentos, sangrando e sem que por isso se interrompa a festa.

Apesar de tudo isto, lamenta-se que alguns políticos ainda considerem as touradas como simples “brincadeiras” com os animais.

Partilhando o sentir da maioria da sociedade açoriana, o MCATA considera que não é admissível haver mais nenhuma morte nem mais feridos por causa das touradas à corda.

Por último, o MCATA apela às entidades que têm responsabilidade na matéria para que atuem sem mais demora.


Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

02/07/2014

9.10.12

Homem morre em Tourada à corda




Confirma-se a morte de um homem numa tourada à corda realizada no Pico no passado fim de semana.

A ida para o Hospital da Horta foi infrutífera.

Mais uma morte estúpida, numa prática que não tem razão de existir no século XXI.

8.10.12

Um morto e dois feridos em tourada no Pico, em 2006



Um morto e dois feridos em tourada no Pico

Um homem com cerca de 70 anos não resistiu aos ferimentos provocados por um touro

Actualizado em 2 de Julho 2006, às 19:14

Um homem morreu e dois ficaram feridos sábado à tarde, no Pico, durante uma tourada à corda, disse hoje à Agência Lusa o director da Unidade de Saúde daquela ilha.

Segundo Ivo Soares, o homem aparentando cerca de 70 anos deu entrada ao final da tarde de sábado no Centro de Saúde das Lajes com 'ferimentos múltiplos graves', vindo a falecer depois.

O responsável disse ainda que o idoso terá sido colhido pelo touro e projectado para a orla marítima.

Adiantou que um jovem também recebeu tratamento hospitalar, por 'apresentar ferimentos ligeiros, mas já teve alta'.

'Um outro ferido, com cerca de 67 anos, encontra-se internado, em vigil ância, uma vez que apresenta uma fractura da bacia', disse o director da Unidade de Saúde da ilha do Pico.

Fonte: http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/157045-um-morto-e-dois-feridos-em-tourada-no-pico

9.8.11

Matar cães em 1913



O Correio do Norte, jornal que se publicou na Ribeira Grande, em 1913 denunciava o facto de alguns condutores de automóveis atropelarem cães para os matar.

Aqui vai um extracto do texto:

"Ainda há bem poucos dias foi cometida tal crueldade, na rua de São Francisco desta vila, pelo condutor de um automóvel de Ponta Delgada, o qual desviou propositadamente a direcção do carro, para passsar por cima de um cão. O pobre animal, colhido por uma das rodas, ficou em lamentável estado, sendo horroroso o seu sofrimento".

9.9.10

Mortes em Largadas de Touros em Espanha

Muere una mujer embestida por un toro en los encierros de Arganda del Rey
La fallecida se encontraba detrás de las vallas de seguridad en una de las calles del recorrido.- El alcalde del municipio lamenta la muerte, que ha calificado de "fatal accidente"

J. D. QUESADA - Arganda del Rey - 09/09/2010

Mari Carmen López del Burgo, una vecina de Arganda del Rey, de 48 años, casada y con un hijo de 15 años, nacida en Velilla de San Antonio, ha fallecido esta mañana en el tercer encierro de toros de las fiestas del municipio, según han confirmado fuentes municipales. La fallecida no estaba participando en el encierro, sino que se encontraba detrás de las talanqueras (la valla que separa a los espectadores de la zona por la que corren los toros) en la calle de los Ángeles.
Según fuentes municipales, dos toros de la manada se han quedado rezagados. La fallecida, creyendo que ya habían pasado todos, se ha asomado desde la talanquera en la que se encontraba, y el primero de los dos rezagados le ha embestido por la parte posterior del cuello. La cogida le ha hecho caer al suelo dentro del recorrido del encierro, que le hizo darse un fuerte golpe en la cabeza y le ha provocado un traumatismo cranoencefálico severo. Según testigos presenciales, algunos de los espectadores han saltado a socorrerla. La causa del fallecimiento, según fuentes municipales y a la espera de la confirmación por la autopsia, ha sido la herida por asta de toro.
Las mismas fuentes han explicado que a escasos tres metros de donde ha tenido lugar el suceso se encontraba una ambulancia de Protección Civil y una UVI móvil del SUMMA. A pesar de la rapidez en la atención a la herida, los sanitarios no han podido hacer nada para salvar su vida.
Pablo Rodríguez Sardinero, alcalde de Arganda del Rey, ha lamentado la muerte y ha calificado el suceso como "un fatal acidente". Rodríguez ha confirmado también que la capea prevista al finalizar el encierro quedó suspendida tras el trágico acontecimiento, aunque las fiestas del municipio continuarán esta tarde. El alcalde ha precisado que estas transcurrirán sin música, como señal de duelo.
Los encierros, los segundos más antiguos de la Comunidad de Madrid, comenzaron el pasado martes y continuarán durante las jornadas de mañana viernes y el próximo lunes. La de hoy es la segunda muerte de una mujer en encierros o festejos taurinos en España en los últimos diez años. La primera fue Baldomera Andrés de Baquero de 68 años, fallecida el 30 de agosto de 2000, en un encierro celebrado en Fuentelencina (Guadalajara), informa EFE. En lo que va de 2010 han fallecido cinco personas en festejos taurinos, tres de ellas esta misma semana.
http://www.elpais.com/articulo/espana/Muere/mujer/embestida/toro/encierros/Arganda/Rey/elpepuesp/20100909elpepunac_3/Tes



Los encierros de toros, frecuentes en las fiestas patronales de España, dejan un rastro de incidentes saldados con la muerte de espectadores y corredores participantes en los mismos. Esta es una relación cronológica de estos trágicos sucesos.

8 de septiembre de 2010 - Un hombre de 70 años muere tras ser embestido por un toro en las fiestas de La Losa (Castellón)
1 de agosto de 2010 - Un toro embolado mata a un hombre de 46 años en Godella (Valencia). Le seccionó el cuello una anilla sujeta al cuerno del animal
3 de julio de 2010 - Muere un vecino de San Sebastián de los Reyes (Madrid) de 19 años corneado por un toro en los encierros de Fuentesaúco (Zamora)
25 de julio de 2010 - Un novillo mata a un hombre de 65 años en Hellín (Albacete) durante un encierro
18 de agosto de 2009 - Un chico de 16 años muere en Cabanillas (Navarra) arrollado por un cabestro, durante un encierro de vacas las fiestas patronales
14 de junio de 2008 - Dos hombres, de 23 y 76 años, mueren embestidos por sendos toros en Bétera y La Vall d'Uixó, Castellón.
10 de julio de 2009 - Daniel Jimeno, de 27 años, muere corneado en un encierro de los sanfermines
16 de septiembre de 2007 - Un hombre de 47 años muere corneado en un encierro en Campo Real (Madrid)
25 de agosto de 2007 - Un hombre de 55 años muere corneado en un encierro de Fermoselle (Zamora). Hubo otros 12 heridos en el mismo encierro
17 de agosto de 2007 - Un hombre de 70 años muere corneado en Letur (Albacete) cuando trasladaban a un toro al corral la noche previa a un encierro
15 de julio de 2006 - Un toro mata a un hombre de 28 años al golpearle en el torax en las fiestas de "bous" de Onda (Castellón)
8 de mayo de 2005 - Un vecino de Valencia de 65 años muere tras ser embestido por un toro y arrastrado 15 metros en Altura (Valencia)
12 de septiembre de 2004 - Dos muertos por cornada y 12 heridos más en un encierro de Ampuero (Cantabria) que duró 25 minutos
19 de marzo de 2004 - Un hombre de 30 años muere corneado por una vaquilla en su despedida de soltero en Alhama de Granada
24 de septiembre de 2003 - Fermín Echevarría, de 62 años, muere en Pamplona como consecuencia de las heridas sufridas en el encierro del 8 de julio anterior, durante los sanfermines
30 de agosto de 2003 - Un hombre de 48 años fue embestido por un toro en las fiestas de La Vall d'Uixó (Castellón). Murió pocas horas después.
10 de agosto de 2003 - Un hombre de 33 años muere en los festejos de bous al carrer de Pedralba (Valencia)