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28.7.12
20.5.11
Animais não são mercadoria
Bom dia,
Gostaria de vos dar a conhecer (se ainda não têm conhecimento) das novas taxas que a companhia aérea SATA pratica no transporte de animais. Relembro que é a única transportadora a fazer as ligações inter-ilhas, na Região Autónoma dos Açores.
Encontro-me actualmente a exercer a minha actividade profissional nos Açores, Ilha das Flores, mas como a minha residência oficial é em São Miguel tenho de me deslocar com alguma regularidade para lá, levando consequentemente o meu animal de estimação. Até há algumas semanas pagava uma taxa de 1,60€ por quilo no transporte do animal. Actualmente tenho de pagar, de acordo com a nova tabela 7 euros por quilo, mais 30€ pela taxa de transporte no porão. Contas feitas por alto, antes das entrada em vigor das novas taxas pagava 20€ e actualmente 121€ (cão e caixa = 13k). Ida e volta 242€, um valor superior à minha passagem de 170€.
Impressiona-me que, para não abandonar o meu animal de estimação e melhor amigo, terei de pagar valores exorbitantes, até porque não tenho alternativa para sair da ilha. No entanto, fico muito mais sensibilizada ao pensar que existem pessoas que não podem pagar tanto para levar um animal, sobretudo se for de grande porte. O que farão aos animais?
Tenhamos como exemplo um animal com 40 quilos: pagaria 310 €. Ida e volta, 620€.
Gostaria que me informassem se há alguma coisa que eu possa fazer, nomeadamente, divulgar esta falta de consciência onde prevalece a falta de moral e ética em função de interesses individualistas e capitalistas. Haverá alguma forma de luta através das associações de animais?
A raça humana persuade-se com a qualidade da sua presença no mundo relativamente à de outros seres. Desiludo-me mais com a nossa espécie do que com a do meu melhor amigo.
Deixo-vos ainda a hiperligação para as tabelas com os preços do transporte de animais pela SATA, que aparecem curiosamente com o mesmo valor do excesso de carga, ao contrário do que acontece com outros equipamentos.
http://www.sata.pt/pt-pt/informacoes-uteis/excesso-de-bagagem
Segundo a mesma tabela, o transporte do meu Schnauzer Miniatura para os Estados Unidos custaria apenas mais 30 euros, uma vez que só teria de pagar uma taxa única de 150 dólares.
Como podem constatar o valor apresentado para o transporte de animais ultrapassa na maior parte dos casos o valor do transporte de equipamento desportivo.
http://www.sata.pt/pt-pt/informacoes-uteis/equipamento-desportivo
Em que sociedade vivemos?
Grata pela atenção dispensada,
Maura Barreto
8.8.10
GNR reforça fiscalização ao transporte de animais
O Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR dos Açores aumentou a fiscalização sobre o transporte de animais devido à frequência das situações irregulares. Recentemente, foram identificadas no Porto Comercial de Ponta Delgada duas situações de violação das regras do transporte de animais. No primeiro caso tratou-se de quatro touros bravos que estavam numa “gaiola” de reduzidas dimensões durante três dias a aguardar a chegada de um barco, para serem encaminhados para a ilha de Santa Maria. Na segunda situação, tratou-se de um contentor contendo diversos suínos em situação de sobrelotação, onde dois porcos já estavam mortos e mais 12 porcos foram impedidos de viajar para uma ilha do Grupo Central, por motivos sanitários. As multas para o transporte irregular de animais apresentam como valor mínimo 500 euros, podendo ser elevadas para 3740 euros em caso de particulares ou 44890 euros para as empresas. Um fonte da GNR indica que existem muitas situações de maus tratos a animais em todas as ilhas dos Açores. A maioria dos transportes realizados por via marítima, geralmente, cumpre as regras definidas para o transporte dos animais, sendo que o principal problema são as escalas para transportar os animais para outras ilhas. No transporte marítimo, os contentores com animais devem ser os últimos a serem carregados para os barcos e os primeiros a saírem para salvaguardar o bem-estar dos animais. Relativamente ao transporte rodoviário, onde se destaca a utilização de reboques para o transporte de vacas, a mesma fonte da GNR indica que os animais não podem estar amarrados pelo nariz, devendo o reboque utilizar um piso derrapante e garantir o espaço suficiente para os animais se deitarem. Os reboques também precisam de estar licenciados pelos serviços agrários e necessitam de apresentar uma placa a informar o transporte de animais vivos.
O presidente da associação Amigos dos Açores, Diogo Caetano, considera que nestas situações de transporte irregular dos animais devem ser aplicadas as coimas previstas na lei. “Neste casos, para além da divulgação pública, devem ser aplicadas coimas para existir um efeito exemplar”, frisa. O ambientalista solicita que as pessoas denunciem casos de maus tratos de animais, aconselhando o recurso ao SEPNA da GNR. “A experiência que temos no SEPNA é muito eficaz em todos os processos que envolvam animais de companhia ou produção, devendo ser o primeiro contacto efectuado quando se registam maus tratos a animais. O fundamental é divulgar o SEPNA como uma entidade preparada para as situações envolvendo animais”. • Luís Pedro Silva
O presidente da associação Amigos dos Açores, Diogo Caetano, considera que nestas situações de transporte irregular dos animais devem ser aplicadas as coimas previstas na lei. “Neste casos, para além da divulgação pública, devem ser aplicadas coimas para existir um efeito exemplar”, frisa. O ambientalista solicita que as pessoas denunciem casos de maus tratos de animais, aconselhando o recurso ao SEPNA da GNR. “A experiência que temos no SEPNA é muito eficaz em todos os processos que envolvam animais de companhia ou produção, devendo ser o primeiro contacto efectuado quando se registam maus tratos a animais. O fundamental é divulgar o SEPNA como uma entidade preparada para as situações envolvendo animais”. • Luís Pedro Silva
29.7.10
Violação das regras de transporte de animais
O Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente dos Açores detectou nos
últimos dias, Porto Comercial de Ponta Delgada, duas situações de
violação das regras do transporte de animais.
Numa primeira acção os militares detectaram a existência de quatro
touros fechados em gaiolas utilizadas para o transporte destes animais
e que iriam permanecer ali fechados ao sol, durante três dias,
enquanto aguardavam ligação para outro destino. A segunda situação
ocorreu ontem (dia 27) quando os guardas verificaram que um contentor,
proveniente do continente português e com destino a uma das ilhas do
grupo central dos Açores, transportava suínos em situação de
sobrelotação, tendo dois deles morrido na viagem. Estas ocorrências
foram assinaladas no decorrer de acções de sensibilização e de
fiscalização pelo respeito do bem estar animal e estado sanitário dos
mesmos, tendo já sido elaborados vários autos por infracção e violação
às normas em vigor, nomeadamente, no que refere ao abandono de
animais, transporte de animais, introdução de espécies protegidas ou
invasoras na Região Autónoma dos Açores.
http://www.gnr.pt/portal/internet/gabinete_imprensa/noticias/noticias_descricao.asp?fonte=recortes&id=2845
últimos dias, Porto Comercial de Ponta Delgada, duas situações de
violação das regras do transporte de animais.
Numa primeira acção os militares detectaram a existência de quatro
touros fechados em gaiolas utilizadas para o transporte destes animais
e que iriam permanecer ali fechados ao sol, durante três dias,
enquanto aguardavam ligação para outro destino. A segunda situação
ocorreu ontem (dia 27) quando os guardas verificaram que um contentor,
proveniente do continente português e com destino a uma das ilhas do
grupo central dos Açores, transportava suínos em situação de
sobrelotação, tendo dois deles morrido na viagem. Estas ocorrências
foram assinaladas no decorrer de acções de sensibilização e de
fiscalização pelo respeito do bem estar animal e estado sanitário dos
mesmos, tendo já sido elaborados vários autos por infracção e violação
às normas em vigor, nomeadamente, no que refere ao abandono de
animais, transporte de animais, introdução de espécies protegidas ou
invasoras na Região Autónoma dos Açores.
http://www.gnr.pt/portal/internet/gabinete_imprensa/noticias/noticias_descricao.asp?fonte=recortes&id=2845
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