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30.8.18
Vaca obrigada a beber cerveja
Video:
https://www.facebook.com/611581035901921/videos/231974244141322/
Mas o mesmo acontece na Terceira:
Este é o tipo de cultura apoiada pelo Governo Regional. O Diretor Regional da Agricultura, José Élio Ventura, insulta os açorianos quando afirma que a tourada à corda é "uma atividade cultural que é determinante para a afirmação da identidade e do estado de alma de ser açoriano". Para ele, a alma dos açorianos é isto?
Fonte:
https://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.com/
18.3.18
A qualidade do touro medida pelo número de mortes
As torturas e a indiferença para com o sofrimento e animal são tradições enraizadas nalgumas mentes. Vejam o que escreveu A. de Castro Menezes: "Das touradas na Ilha Terceira são mais apeciadas aquelas em que a fama de braveza chegou a contra-se pelas colhidas e até pelas mortes que ocasionou". (Revista "Açores-Madeira", 10 de junho de 1950
11.2.18
Touradas à corda mais facilitadas
Sempre disseram que nas touradas à corda não havia maus tratos, agora dizem que criam legislação para proteger os animais, entre outros dos aguilhões. A verdade é que a legislação foi criada para facilitar as touradas e dar mais dinheiro a que delas beneficia.
1.2.18
Contra a tourada à corda
Cidadãos açorianos contra a continuidade das touradas à corda na Região
Mais de 1.600 pessoas já assinaram a petição “Não mais touradas, com ou sem corda, nem violência contra os animais nos Açores” disponível na plataforma Change.org (https://www.change.org/p/assembleia-regional-dos-a%C3%A7ores-n%C3%A3o-mais-touradas-com-ou-sem-corda-nem-viol%C3%AAncia-contra-os-animais-nos-a%C3%A7ores).
Os assinantes protestam contra a intenção do Governo Regional dos Açores de introduzir novas alterações à legislação que regulamenta a tourada à corda na Região, qualificando esta prática como cruel e retrógrada, sendo que cada vez mais açorianos a repudiam e pretendem o seu fim.
Os peticionários manifestam-se contra a prática da tourada à corda principalmente por três razões: pelo facto de as touradas à corda serem responsáveis pela morte e pelo ferimento frequente de numerosos animais, que são abusados inutilmente para mera diversão humana; pelo facto de as touradas à corda serem a causa de ferimentos e da morte de seres humanos, calculando-se serem responsáveis, em média, por uma pessoa morta e 300 feridas anualmente na Região; e pelo facto de as touradas à corda contribuírem para uma imagem negativa dos Açores junto de cidadãos nacionais e estrangeiros, que se sentem incomodados pelos maus-tratos infligidos aos animais nos Açores, optando por escolher outros destinos turísticos.
Os assinantes consideram que está na hora de introduzir o progresso no âmbito das festividades populares dos Açores e deixar atrás, no seu sepulcro caiado, todas as tradições que envergonham os açorianos como povo.
A petição será entregue proximamente à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, ao Presidente do Governo Regional e a outros responsáveis políticos e governamentais da Região.
Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
01/02/2018
18.1.18
12.1.18
Tourada à corda é violência gratuita e desrespeito
Tourada à corda é violência gratuita e desrespeito
Não pode ser Património CulturaI Imaterial
Como se não houvesse mais nada de verdadeiramente útil para fazer em defesa da sua terra, os Açores, a deputada do Partido Socialista Lara Martinho, da Ilha Terceira, propôs, na Assembleia da República, que a tourada à corda seja classificada como Património Cultural Imaterial de Portugal.
Se esta pretensão já é má, péssima é a opinião do Ministro que devia ser da Cultura que admitiu que tal seja possível.
O Movimento pela Abolição da Tauromaquia de Portugal (MATP) já se pronunciou negativamente sobre a referida proposta e é uma das organizações subscritoras de uma petição (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=tcordanaoepatrimonio) que entre outros assuntos denuncia as intenções e colocar as touradas à corda, que anualmente causam, em média, mais de 300 feridos e uma pessoa morta, na lista do Património Cultural Imaterial. As touradas, com ou sem corda devem ser colocadas no devido lugar, isto é no caixote do lixo da História.
Pelos animais, vítimas dos humanos, e pelos humanos, vítimas da ganância da indústria tauromáquica, tudo faremos para impedir que tal aberração aconteça.
(Vídeo ilustrativo do que é uma tourada à corda: https://www.youtube.com/watch?v=QBzu7ZBfOoI )
13 de janeiro de 2018
MATP/Açores
11.10.17
3.7.17
A propósito de um poema de Victor Cruz (Pai)
A propósito de um poema de Victor Cruz (Pai)
No dia 3 de fevereiro de 1972, o jornal Correio dos Açores publicou um poema de Victor Cruz (Pai) intitulado “Angra, a divina – Na “linha” da fraternidade” que, pelo seu interesse e atualidade, pelo menos no que diz respeito a touros e touradas, a seguir transcrevemos:
Siga a locomotiva a resfolgar,
Nunca faltará lenha p’ra caldeira,
Num mais que justo anseio de empurra,
Todas as regalias p’ra Terceira!
Nixom e Pompidou ao aterrar,
Projectam Angra à cúpula cimeira!...
Nobre e sempre leal, vai comandar
As outras Ilhas, à sua maneira …
Todas lhe pagarão o tributo
(Se os valores que alegam, não são lérias)
San Miguel dará leite e criptomérias …
Angra, em coche real, fuma charuto!
E p’ra cumulo de tantas regalias:
Tourada vai haver todos os dias!...
O crescimento do número de touradas nos últimos anos confirma a previsão de Victor Cruz. Com efeito, no início do século passado o número de touradas era muito menor do que o atual como se pode ler no seguinte extrato publicado no jornal “Primeiro de Maio”, do dia 6 de setembro de 1902: “No meu tempo, eram consideradas clássicas três touradas: São João de Deus, Serreta e Terra Chã. Depois a pretexto d’isto e daquilo, anunciava-se uma tourada à corda; mais tarde a política tanto esticou a corda, que esta trouxe o bravo até ao centro da cidade.”
Sobre a ligação das touradas às festividades religiosas, que nem sempre existiu, o mesmo autor escreveu: “…Depois veio a festa da Senhora de Lourdes, nos Altares, …etc. etc. de modo a que cada Senhora arranjou a sua festa e o bom povo da localidade, como complemento e suplemento, a iluminação da véspera, a respetiva ladainha, e, na segunda-feira a competente tourada. E assim ficou subentendido que à festa religiosa se devia aliar …a dos touros, e o povo que pagava as primeiras, impôs-se, e as segundas vieram, como parte obrigatória, a despeito de muitos ralhos de algum prior refratário à inovação de se misturar o sagrado com o profano.”
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 31209, 4 de julho de 2017, p.16)
5.6.17
Touradas à corda e festas (religiosas)
Touradas à corda e festas (religiosas)
Todos os anos a bola de neve cresce, isto é a lista de touradas tradicionais vai aumentando o que prova que nas ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge, a indústria tauromáquica tem sido bem-sucedida no seu intento de ganhar dinheiro à custa do desrespeito pelos direitos dos animais e da deseducação das pessoas que desde a mais tenra idade são obrigadas a assistir a touradas, acabando por a elas se habituar.
O sucesso do negócio não seria possível sem o apoio hipócrita dos fundos europeus e dos governantes e autarcas da região que apoiam ganadarias e touradas associadas a festas, religiosas ou não.
Como se não bastassem os apoios monetários há legislação nacional e regional que regula a tortura tauromáquica. No caso das touradas à corda, há legislação que define o que é uma tourada tradicional, que é a que “realizando-se na mesma data, na mesma área territorial, estando ligada a uma festividade da freguesia onde se realiza e sendo organizada exclusivamente por entidades cujo eventual fim lucrativo contribui, do modo direto, para essa mesma festividade”.
Atendendo a que a maioria das festas realizadas nos Açores são religiosas não é difícil associar as touradas à corda àquelas festas, sobretudo na ilha Terceira que é onde a indústria tauromáquica tem maior implantação.
O que não se pode afirmar é que haja uma associação perfeita entre touradas e religião e que sobretudo é uma característica açoriana a realização de touradas à corda associadas às irmandades do Espírito Santo. Com efeito, tal quase só acontece na ilha Terceira que é um verdadeiro inferno para os bovinos e na Graciosa e São Jorge, ilhas onde os tentáculos da indústria tauromáquica são maiores.
A provar o que afirmámos, basta os leitores consultarem o jornal “Angrense” que se publicou entre Setembro de 1836 a Setembro de 1910, para constatarem que nem todas as festas do Espírito Santo, que se realizavam na ilha Terceira, eram acompanhadas por touradas à corda, havendo noutras touradas de praça para angariação de fundos.
A leitura de um texto publicado no jornal, angrense, “Primeiro de Maio”, no dia 6 de setembro de 1902, desmascara todas as patranhas que são hoje divulgadas pelos defensores das touradas à corda.
No início do século passado o número de touradas era muito menor do que o atual como se pode ler no seguinte extrato:
“No meu tempo, eram consideradas clássicas três touradas: São João de Deus, Serreta e Terra Chã.
Depois a pretexto d’isto e daquilo, anunciava-se uma tourada à corda; mais tarde a política tanto esticou a corda, que esta trouxe o bravo até ao centro da cidade.”
Sobre a ligação entre as festividades religiosas e as touradas o autor, depois de afirmar que touros só havia na festa da Serreta acrescenta:
“Depois veio a festa da Senhora de Lourdes, nos Altares, …etc. etc. de modo a que cada Senhora arranjou a sua festa e o bom povo da localidade, como complemento e suplemento, a iluminação da véspera, a respetiva ladainha, e, na segunda-feira a competente tourada.
E assim ficou subentendido que à festa religiosa se devia aliar …a dos touros, e o povo que pagava as primeiras, impôs-se, e as segundas vieram, como parte obrigatória, a despeito de muitos ralhos de algum prior refratário à inovação de se misturar o sagrado com o profano.”
Depois, os políticos populistas viram nas touradas uma oportunidade para caçar votos e passaram a oferecê-las aos eleitores, previamente deseducados, como terá acontecido no passado na Ilha Terceira e mais recentemente na ilha de São Miguel pela mão de dois ex- presidentes de Câmara e por um candidato a tal que acabou por ser eleito.
O autor citado, relativamente à ilha Terceira, sobre o assunto escreveu: “Depois as lutas eleitorais, os melhoramentos iniciados em qualquer freguesia começaram também a pedir a parte obrigada de touros à corda.”
Algures nos Açores, 4 de junho de 2017
J. Ormonde
31.5.17
11.10.16
Ferro Alves e as touradas
As touradas vistas por Leonel Ferro Alves
No último texto, apresentamos a visão de Leonel das Dores Ferro Alves sobre a ilha de São Miguel. Hoje aproveitamos o espaço que nos é disponibilizado para dar a conhecer como ele viu uma tourada à corda na ilha Terceira, onde esteve deportado durante quinze dias.
Com referimos no texto anterior, Ferro Alves quando escreveu o livro “A Mornaça” já havia aderido ao Estado Novo, depois de ter participado, em 1931, na Revolta da Madeira e dos Açores que pretendia derrubar a Ditadura Militar.
A seguir, apresentamos alguns extratos de um relato do que viu Ferro Alves, que como aficionado de touradas queria mais, isto é queria que os touros marrassem mais. Segundo ele “a mornaça transforma em insipidez, os mais emocionantes espetáculos”.
Tal como outros autores, como por exemplo o terceirense Alfredo da Silva Sampaio, que descreveram as touradas à corda antes dele, Ferro Alves refere as agressões de que eram vítimas os animais por parte dos participantes, como se poderá confirmar pelos seguintes excertos:
“Na praça da terra reúnem-se todos os habitantes no meio de uma chinfrineira aguda empunhando cacetes e com mais abundância guarda-chuvas. Esse instrumento antipático e avelhado disfruta aqui de irresistíveis simpatias”
“Animados pela mansidão do cornúpeto, los diestros, puxam-lhes o rabo, espicaçam-no com a ponta das malditas sombrinhas, provocam-no com lenços escarlates…”.
“O espetáculo termina com a lide de alguma vaca, mãe respeitada de numerosa prole. Insensível aos guarda-chuvas e às chaquetas permanece estática no meio da praça entre as chufas da multidão. Para arrancá-la à sua passividade chegam a picá-la com sovelas. Eu vi uma tão pachorrenta, que um indígena no meio do entusiasmo da assistência, puxava-lhe cinicamente as orelhas”.
Ferro Alves, muito crítico das “oligarquias” que governavam e dominavam os Açores, no seu livro escreve: “Nestas touradas somente tomam parte como aficionados elementos populares. Os filhos dos sobas e régulos, classifico assim os personagens locais, abstêm-se de participar nestes folguedos. A sua seriedade de jarrões impede-os de se misturarem a tudo o que seja dinamismo.”
A afirmação anterior não contradiz o que sobre o assunto escreveu Paulo Silveira e Sousa, no texto “As elites, o quotidiano e a construção da distinção no distrito de Angra do Heroísmo durante a segunda metade do século XIX” (http://hdl.handle.net/10400.3/399) publicado na revista Arquipélago História, em 2004, que referindo-se às touradas à corda na segunda metade do século XIX, escreve:
“As touradas eram um palco para demonstrações de força, de destreza, e para as relações entre classes segundo o velho modelo paternalista e hierárquico. Apesar de serem frequentadas por todos os grupos sociais, tanto urbanos como rurais, não podemos daqui inferir apressadamente a conclusão de que estas eram uma espécie de espaço igualitário. Só aparentemente a tourada era um espaço sem distinções de classe. A marca do ganadeiro que apresentava os touros, a presença das suas equipes, dos seus pastores, ou a sua própria presença pessoal criavam logo diferenças, dando-lhe visibilidade e notoriedade….Entre os senhores de gravata da cidade, as suas esposas e filhas, que de um balcão seguro observavam o touro, e os camponeses descalços que corriam fugindo das investidas do animal, as diferenças estavam novamente bem claras.
Sobre a atividade propriamente dita, Ferro Alves acrescenta:
“O animal resolve-se finalmente a investir depois de laboriosa deliberação. Os artistas abandonam a presa e os instrumentos de combate. Se porventura o triste novilho consegue alcançar algum dos seus algozes, rasgando-lhe com uma cornada o fundilho das calças, o gentio delira. Há palmas e vivas, desmaios e chiliques. Os marmanjões que sustentam a corda que prende o bicho puxam dela desesperadamente até que imobilizam completamente o bicharoco. Se este num movimento ocasional se volta, enfrentando-se com os moços de corda, então o pânico é indescritível.
Um autêntico salve-se quem puder. Os muros e as árvores são impotentes para conter a correria vertiginosa, alucinada, dos pretensos campinos. Chiam como ratazanas aprisionadas na ratoeira”.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 31053, 12 de outubro de 2016, p.16)
Imagem: https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/1253462631351207/?type=3&theater
22.9.15
Mais feridos em tourada à corda realizada na Ribeira Grande
Mais feridos em tourada à corda realizada na Ribeira Grande
O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) condena as novas autorizações dadas pela Câmara Municipal da Ribeira Grande para a realização de touradas à corda no seu município. Não se percebe a insistência, nem sequer a oportunidade, de querer importar para a ilha de São Miguel a realização desta prática de maltrato animal, associada a uma grave degradação dos costumes.
De entre as touradas realizadas, O MCATA destaca pela negativa a tourada à corda realizada na freguesia da Ribeira Seca no passado mês de agosto que teve como consequência o ferimento de duas pessoas, uma delas com gravidade. O MCATA responsabiliza o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Dr. Alexandre Gaudêncio, por este infeliz resultado, pois foi decisão dele autorizar esta e outras touradas, indo contra opinião das numerosas vozes que se têm levantado nos últimos tempos e que repudiam a realização destas práticas no concelho.
Relembra-se que a Assembleia Municipal da Ribeira Grande no ano passado aprovou uma recomendação para o não licenciamento de atividades com touros, contando com o apoio de deputados municipais do PSD, PS e BE, e que no mesmo ano inúmeros munícipes da Ribeira Grande assinaram uma petição apoiando a decisão da Assembleia, petição que conseguiu reunir rapidamente mais de um milhar de assinaturas (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=anti-tourada).
Já este mesmo ano, vários munícipes denunciaram também publicamente a realização destas touradas, que oportunisticamente e com a cumplicidade das comissões de festas são integradas em festividades das paróquias para melhor sacar dinheiro aos incautos crentes.
Face ao exposto, o que leva o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande a ignorar todas estas vozes, e mesmo órgãos de soberania, e insiste em autorizar mais touradas?
Será por achar que a melhor forma dos ribeiragrandenses se divertirem é importar uma atividade violenta que cada ano provoca nas ilhas, em média, mais de 300 feridos e mata uma pessoa? É porque acha que o desrespeito pelos animais deve ser ensinado aos munícipes mais novos para que eles achem normal maltratar os animais e, mais tarde, também as pessoas? É porque pretende associar os cidadãos da Ribeira Grande à vergonha de ver o seu município retroceder a tempos e costumes da Idade Média, acabando com os seus ansiados desejos de modernidade e de ter uma cidade que se projete finalmente para o futuro?
O MCATA entende que os animais não merecem ser maltratados, que os munícipes não merecem acabar desnecessariamente no hospital com o corpo perfurado, e que a maioria dos cidadãos da Ribeira Grande não merecem ser por mais tempo ignorados pela Câmara Municipal.
Comunicado do Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/
22/09/2015
5.9.15
19.8.15
Escreva ao senhor bispo
Está prevista a realização de duas touradas à corda nas freguesias da Ribeira Seca e da Lomba da Maia, na ilha de São Miguel (Açores) integradas em festividades religiosas.
Escreva ao Bispo dos Açores e à Câmara Municipal da Ribeira Grande para impedir que as mesmas se realizem. Divulgue por todos os seus contatos.
Pode usar o texto abaixo ou personalizá-lo a seu gosto.
Contatos:
Para: geral@diocesedeangra.pt, seminariodeangra@mail.telepac.pt, geralcmrg@cm-ribeiragrande.pt, acoresmelhores@gmail.com
Exmo. e Revmo. Senhor
Dom António de Sousa Braga
Exmo Senhor
Dr. Alexandre Gaudêncio
Organizadas por comissões de festas da Igreja Católica está prevista a realização de duas touradas à corda no concelho da Ribeira Grande, no dia 22 de agosto, pelas 13 h 30 min, na Ribeira Seca da Ribeira Grande e no dia 29 de agosto, pelas 13 horas na Lomba da Maia.
Para além da desumanidade das touradas à corda, responsáveis por mais de 300 feridos e uma morte anual, vimos lembrar-lhes que na sua encíclica Laudato Si o papa Francisco escreveu: “sujeitar os animais ao sofrimento e à morte desnecessária não é digno de um ser humano”.
Vimos apelar a Vossas Excelências para que não autorizem a realização das touradas mencionadas que para além do referido não respeitam a legislação que as regulamentam, nomeadamente a alínea a) do ponto 2 do artigo 7º da Portaria nº 27/2003 que menciona que entre 1 de maio e 31 de agosto o início da tourada “pode ocorrer entre as 16 horas e as 18 h e 30 minutos”
Com os melhores cumprimentos,
Nome
18.8.15
Está prevista a realização de uma tourada à corda na freguesia da Feteira, Ilha do Faial, integrada nas festividades de Nossa Senhora de Lourdes.
Escreva aos Bispo dos Açores e à Junta de Freguesia para impedir que o referido triste “espetáculo” se realize. Divulgue por todos os seus contatos.
Pode usar o texto abaixo ou personalizá-lo a seu gosto.
Contatos:
Para: geral@diocesedeangra.pt, seminariodeangra@mail.telepac.pt,
geral@feteira.com,
geral@cmhorta.pt, jornalincentivo@gmail.com,
tribunadasilhas@gmail.com
Exmo. e Revmo. Senhor
Dom António de Sousa Braga
Integrada nas festividades de Nossa Senhora de Lourdes está prevista a realização de uma tourada à corda, atividade que anualmente é responsável por mais de 300 feridos e pela média anual de uma morte.
Considerando a crise socioeconómica em que os Açores estão mergulhados, à qual não ficam imunes as paróquias que se debatem com enormes carências de recursos;
Considerando que não há tradição ou divertimento que justifiquem o sofrimento e maus-tratos a animais, seja uma tourada, circo, ou uma apanha ao marrão que também está inserida no programa;
Considerando que a Igreja Católica deveria ter uma posição clara relativamente às touradas, que, foram condenadas e proibidas pelo Papa Pio V que as considerava como espetáculos alheios de caridade cristã;
Considerando que as touradas em nada contribuem para educar os cidadãos e cidadãs no respeito pelos animais, além de causarem sofrimento aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas;
Considerando que a tourada à corda prevista vem conspurcar as respeitadas festas de Nossa Senhora de Lourdes;
Vimos apelar a Vossa Excelência Reverendíssima para que intervenha junto de quem de direito para que retirem do programa a referida tourada, a qual origina sofrimento, sem qualquer justificação, aos animais e para que usem com parcimónia o dinheiro esbanjado para o efeito.
Ressalvo que embora seja argumentado que a tourada é de iniciativa privada, em nada justifica que uma freguesia, uma cidade e uma ilha, tenham a sua imagem manchada com a prática violenta, na qual se recorre ao uso de animais para diversão das pessoas.
O movimento de consciencialização, relativamente à manutenção destas práticas, é cada vez maior, chegando a própria ONU a manifestar-se em relação ao perigo que oferece para as crianças.
Peço-lhe que não permita que o Faial fique marcado como mais uma localidade que tende a regredir naquilo que são as boas práticas. Que não permita que a boa imagem, de natureza viva, de vida náutica, de misticismo, seja marcado pela realização de práticas violentas que nada acrescentam de positivo.
Com os melhores cumprimentos,
Nome
15.5.15
Pelas nossas tradições, não a touradas e vacadas – Escreva ao Senhor Bispo de Angra e Ilhas dos Açores
Pelas nossas tradições, não a touradas e vacadas – Escreva ao Senhor Bispo de Angra e Ilhas dos Açores
Envie um e-mail ao senhor Bispo, com conhecimento ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, ao Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Vila Franca do Campo, ao Exmo. Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Ponta Garça e ao Exmo. Senhor Presidente da Assembleia de Freguesia de Ponta Garça e ao senhor padre da Paróquia de Ponta Garça.
Contatos: rcouto@cmvfc.pt, cmartins@cmvfc.pt, jfpontagarca@gmail.com, avipaa.associacao@gmail.com, info@igrejaacores.pt , diocese.angra@iol.pt, amigosdosanimaisvilafranca@gmail.com
Texto a enviar:
Senhor Bispo Dom António de Sousa Braga
Tomei conhecimento de que a Irmandade do Espírito Santo dos Aflitos- Boavista pretendia promover uma tourada que depois alterou para vacada, no próximo dia 24 de Maio na freguesia de Ponta Garça e que a mesma não foi autorizada pela Câmara Municipal de Vila Franca do Campo.
Como deve ser do seu conhecimentos touradas e outros espetáculos com bovinos não são tradição no concelho de Vila Franca do Campo, sendo espetáculos degradantes em todo o mundo, pois significam desrespeito pelos animais e risco de vida para os humanos.
No caso presente, a situação é mais grave pois o evento é organizado por uma instituição, que está associada à Igreja Católica, e que, segundo informações colhidas, pretende desrespeitar a legislação em vigor e a decisão unânime do executivo camarário.
Para além do referido, a tourada/vacada é um meio de desviar dinheiro que devia ser usado na ajuda à sua paróquia, na solidariedade social e no são convívio entre os habitantes de Ponta Garça.
Assim, venho solicitar a Vossa Excelência a tomada de medidas no sentido de impedir que na freguesia de Ponta Garça, uma instituição associada à Igreja Católica desrespeite a lei.
Com os melhores cumprimentos
(Nome)
29.4.15
A miopia da Visão
Envie o texto abaixo ou outro da sua autoria à revista Visão.
endereços: visão7@impresa.pt, visaoagendaporto@impresa.pt, ipublishing@impresa.pt, visao@impresa.pt,
A miopia da Visão
A 19 de março de 2015, o suplemento Sete da revista Visão da responsabilidade dos enviados Miguel Judas (Faial, Pico e São Jorge) e Vanessa Rodrigues (Terceira, São Miguel e Santa Maria) apresenta 100 razões para ir aos Açores.
Para além do esquecimento de duas ilhas, Corvo e Flores, a razão número 22 é uma não razão já que se refere ao espetáculo decadente, arcaico e desumano que são as touradas à corda na ilha Terceira, anualmente são responsáveis por mortos e feridos tanto em bovinos como em seres humanos.
Os autores do texto (ou a autora?) possivelmente não tiveram acesso aos vídeos das marradas profundamente difundidos na ilha Terceira e na internet (https://www.facebook.com/goshfatherjinco/videos/763458763769622/) que mostram a bestialidade e desumanidade da "festa tauromáquica, tradicional dos Açores", nem acesso aos dados dos gastos de saúde derivados das idas e internamentos nos hospitais por causa das touradas à corda e dos apoios, inclusive europeus recebidos pelos criadores de gado bravo, de tal modo que a importância das mesmas, é segundo eles, aferida pela existência de 13 ganadarias registadas.
Enfim, é com muita pena que vemos uma revista conceituada tratar o assunto com uma ligeireza nada digna dos seus pergaminhos..
Cumprimentos
(Nome)
12.12.14
Não às touradas na Ribeira Grande
Cidadãos protestam pela realização de touradas no concelho da Ribeira Grande
Mil cento e quarenta e duas (1142) pessoas assinaram a petição enviada esta semana ao presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, protestando pela recente realização de diversas touradas no município.
Os subscritores da petição pedem taxativamente ao Presidente da Câmara Municipal, Dr. Alexandre Gaudêncio, que cumpra a deliberação aprovada na Assembleia Municipal de impedir o licenciamento de touradas no concelho.
No texto da petição, os peticionários manifestam a sua indignação pela importação para este concelho do norte da ilha de São Miguel de um espectáculo que nem faz parte da tradição concelhia, considerando ainda que as touradas são um espectáculo retrógrado, envolvendo maltrato e tortura de animais, que está a ser banido de todos os países do mundo onde ainda se realizam, não podendo ficar o concelho da Ribeira Grande à margem da modernidade, e muito menos introduzir agora estes costumes anacrónicos.
Os assinantes também manifestam a sua preocupação pelo facto de este tipo de espectáculos violentos produzirem frequentemente numerosos feridos, ou até mortos, nas localidades onde se realizam. É de lembrar que na Terceira e nas outras ilhas as touradas à corda serem responsáveis, cada ano, em média, por uma pessoa morta e por mais de 300 feridos.
Os cidadãos apelam, assim, ao presidente da Câmara Municipal para que o concelho se converta num referente no respeito pelo cuidado e bem-estar dos animais, no apego aos valores naturais e no desenvolvimento do turismo de natureza, actividades incompatíveis com a introdução da prática das touradas, caracterizadas por insensibilizar e deseducar as pessoas sobre a violência exercida sobre os animais.
Para além do exposto, é lamentável que estas touradas se tenham realizado em bairros ou locais do concelho da Ribeira Grande onde existem e são patentes graves problemas sociais, parecendo que existe uma estratégia, por parte de alguns responsáveis, de criar uma “cultura para pobres” onde o álcool e o maltrato de animais são os protagonistas, condenando estas pessoas a uma maior degradação cultural, muito longe da obrigação democrática de qualquer entidade oficial de elevar o nível cultural dos cidadãos.
O texto da petição pode ser visto em:
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=anti-tourada
Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
12/12/2014
1.8.14
Nossa Senhora de Guadalupe e as touradas
Estão
previstas a realização de duas touradas à corda na Ilha Graciosa, integradas nas
festividades de Nossa Senhora de Guadalupe.
Escreva
ao Bispo dos Açores a manifestar o seu desagrado. Divulgue por todos os seus
contatos.
Pode
usar o texto abaixo ou personalizá-lo a seu gosto.
Contatos:
Exmo. e Revmo. Senhor
Dom António de Sousa Braga
C/C: Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da
Graciosa
Nos próximos dias 1 e 2 de Agosto
estão programadas touradas à corda, integradas no programa das festas de Nossa
Senhora de Guadalupe.
Considerando a crise socioeconómica
em que os Açores estão mergulhados, à qual não ficam imunes as paróquias que se
debatem com falta de recursos;
Considerando que a Igreja Católica
deveria ter uma posição clara relativamente às touradas, que, foram condenadas
e proibidas pelo Papa Pio V que considerava-as como espetáculos alheios de
caridade cristã;
Considerando que as touradas em nada
contribuem para educar os cidadãos e cidadãs para o respeito aos animais, além
de causarem sofrimento aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas;
Considerando que as touradas em nada
promovem o turismo de qualidade que se quer para a Graciosa;
Vimos manifestar a V. Exªs o nosso
desagrado pela inclusão de touradas num programa de uma festividade da Igreja
Católica, as quais originam sofrimento, sem qualquer justificação, aos animais
e ferimentos ou mortes a humanos e repudiar o mau uso de dinheiros da
comunidade católica da Graciosa.
Nome
4.7.14
Tourada mata uma pessoa e faz 300 feridos por ano
Correio dos Açores, 5 de Julho de 2014
Não mais mortos e feridos nas touradas à
corda
O Movimento Cívico
Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) lamenta profundamente a morte
de mais uma pessoa, neste caso, a de um homem de 62 anos, durante a realização
de uma tourada à corda na ilha de São Jorge. Esta morte é mais uma que vem
somar-se à de um homem de 78 anos na ilha da Graciosa, em 2013, e à morte de um
homem na ilha do Pico, em 2012. Assim, a trágica estatística das mortes nas
touradas à corda na região situa-se, no mínimo, numa pessoa morta por ano.
Para além das pessoas
que morrem, o número de feridos graves nas touradas à corda é bastante maior,
como indicam os casos que chegam a ser conhecidos apesar de, no geral,
raramente serem noticiados. No total, o número de feridos graves e ligeiros nos
Açores como consequência das touradas à corda estima-se em mais de 300 em cada
ano.
Estes
números são necessariamente aproximados em virtude dos feridos e mesmo dos mortos resultantes das touradas à corda, não serem
mencionados, na maioria das vezes pela comunicação social. Aliás, é lamentável que, no caso da pessoa recentemente
falecida em São Jorge, a comunicação social tenha centrado a notícia
exclusivamente nas dificuldades da evacuação médica, que não contestamos, chegando
mesmo a não referir, muitas vezes, que a causa primeira da morte foram os
ferimentos ocasionados durante uma tourada.
Todas estas mortes
inúteis e todos estes numerosos feridos, graves ou ligeiros, poderiam ser
facilmente evitados com a definitiva abolição das touradas nos Açores e a sua
substituição por eventos culturais que, longe de cultivar a violência e a
morte, fomentassem a alegria de viver e o respeito pelas pessoas e pelos
animais. É cada vez mais evidente, nos Açores e em todo o mundo, que está na
hora de acabar com esta barbárie absurda e sem sentido, permitindo aos povos
evoluir e entrar definitivamente num progresso cultural próprio do século XXI.
Porém, longe deste
entendimento, as touradas à corda continuam a receber apoios públicos por parte do governo regional e das
autarquias açorianas. Os governantes fecham os olhos à realidade e parecem
varrer os mortos e os feridos para baixo do tapete.
Mas, ainda são também
de lamentar as outras vítimas das touradas à corda: os touros. Infelizmente não
são raros os casos de animais que chegam a morrer durante as touradas. São
conhecidos casos de touros que morreram de esgotamento e outros que morrem ao
embaterem contra um muro. São frequentes também os casos de animais que acabam
gravemente feridos, perdendo um ou os dois cornos ao embaterem contra as paredes
e muros, ou partindo ossos ao escorregar ou saltar nas ruas. É, ainda, comum
ver touros com ferimentos, sangrando e sem que por isso se interrompa a festa.
Apesar de tudo isto,
lamenta-se que alguns políticos ainda considerem as touradas como simples
“brincadeiras” com os animais.
Partilhando o sentir
da maioria da sociedade açoriana, o MCATA considera que não é admissível haver
mais nenhuma morte nem mais feridos por causa das touradas à corda.
Por último, o MCATA
apela às entidades que têm responsabilidade na matéria para que atuem sem mais
demora.
Comunicado do
Movimento Cívico
Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
02/07/2014
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