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18.5.16

Motivações para maltratar um animal


Motivações para maltratar um animal

Quase todos os dias recebemos denúncias sobre animais chamados de companhia ou de produção que de uma forma ou de outra são alvo de crueldade por parte dos seus donos e não só. De igual modo, e com uma frequência quase igual, tomamos conhecimento de abandonos de animais pelas mais diversas razões.

No passado dia 13 de maio, assistimos a uma conversa na qual uma senhora, que havia sido intimada pelo SEPNA-GNR a colocar um chip no seu cão, dizia que ia ver se era possível colocá-lo num canil para ser mais barato e que se tal não fosse possível deixava o animal lá.

Face ao exposto, as autarquias têm de tomar medidas para penalizar todas as pessoas que por dá cá aquela palha deixam os seus animais “de estimação” nos canis.

Mas, o que leva as pessoas a tratarem com crueldade os animais?

Antes de citar dois autores que escreveram sobre o assunto, quero referir que uma das razões está na manutenção de algumas tradições que teimam em sobreviver aos avanços da ciência e da ética, como é caso das touradas.

Num texto intitulado “O desenvolvimento da crueldade para com os animais e humanos nas crianças”, da autoria de Mark Dadds e Cynthia Turner, da Universidade de Griffith, publicado na Revista Portuguesa de Pedagogia, no ano 2000, os autores citam nove motivações que justificam o comportamento cruel contra os animais, mencionadas por S Kellert e A. Felthous num texto datado de 1985.

Aqui vão elas:
- Motivação para controlar um animal, incluindo a motivação para “moldar o comportamento de um animal ou eliminar características indesejáveis do mesmo”;
- Retaliação contra um animal, por exemplo bater num animal pelo facto de ele ter feito algo de que não se gosta;
- Satisfação com o dano causado a uma espécie ou raça de que se não gosta;
- Expressão de agressividade através de um animal, esta diz respeito ao treino de animais para agredirem outros ou pessoas;
- Aperfeiçoar a agressividade de um animal;
- Valor do choque e do divertimento, por exemplo queimar um gato.
- Vingança ou retaliação contra outras pessoas através de maus tratos aos seus animais de estimação;
- A deslocação da hostilidade e agressividade de uma pessoa para um animal;
- O sadismo não-específico, abrangendo “o desejo de infligir danos, sofrimento, ou morte a um animal, na ausência de qualquer provocação ou sentimentos especialmente hostis em relação ao animal”, tendo como principal objetivo “o prazer que resulta de causar danos e sofrimento”.

Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 30936, 18 de maio de 2016, p.14)

18.11.10

Cães vivos usados como cobais na universidade de Évora


Ex-alunos de Veterinária revelam experiências com cães enviados pelo canil municipal

Marisa Rodrigues

Esterilizações, castrações, simulações de cesarianas e anestesias. A todas estas práticas foram sujeitos animais saudáveis enviados pelo canil municipal para a Universidade de Évora e servirem de "cobaias" a alunos do curso de Medicina Veterinária. Depois, eram abatidos.

foto Arquivo JN



A situação, ilegal e que viola todos os diplomas que regulam os direitos dos animais, arrasta-se há vários anos, mas só agora foi denunciada ao JN por vários ex-estudantes e actuais veterinários que se mostraram indignados com o recente abate de sete cães no canil, cinco dos quais com processo de adopção em curso.
Os relatos são feitos na primeira pessoa, mas quase todos os autores pedem o anonimato por se tratar de um meio pequeno e da ligação que os une às instituições visadas. "No meu primeiro ano do curso foi utilizada uma cadela para a parte da prática da disciplina de Anestesiologia. Todos os dias, de segunda a sexta-feira, aquele animal foi anestesiado e acordado. Até que no último dia foi abatido", refere uma aluna. No segundo ano, o cenário piorou, com cães a serem "abertos para aprendermos como se retira órgãos, como o baço. Por ser demasiado cruel, não voltei às aulas".
Cesarianas em não grávidas
Situações confirmadas por uma ex-aluna do mesmo curso e que agora exerce numa clínica em Évora. "Cheguei a simular cesarianas em cadelas que não estavam grávidas e retirei órgãos, como o útero e os ovários". Tudo isto "em animais vivos e sem doenças".
Do Sabugal chega o depoimento de Ana Lúcia, a única veterinária que não teme represálias. Em Maio pagou 700 euros por uma formação em Ecografia na Universidade de Évora (UE), de onde saiu "absolutamente chocada". Recorda terem sido utilizados pelo menos três animais vivos e sem doenças nas aulas práticas e que no final eram eutanasiados. "Estavam cheios de pulgas e carraças. Alguns colegas até foram picados. Uma cliente minha queria adoptar uma cadelinha, mas não foi permitido. As ordens eram expressas, qualquer cão que entrasse no Hospital Veterinário era para ser abatido. Não podia salvar todos, mas ao menos uma poderia ter sobrevivido", recorda.
Ao que o JN apurou, os animais que são enviados para a UE permaneceram no canil pelo menos durante oito dias, prazo a partir do qual a lei define que passam a ser "propriedade" da autarquia. Várias fontes garantem que "a saída é feita de forma regular". Entre as duas instituições existe um protocolo assinado "há cerca de seis ou sete anos" mas que, segundo o responsável do Hospital Veterinário, "apenas para incineração de cadáveres".
Confrontado com as várias acusações que contrariam esta afirmação, José Tirapicos Nunes começou por dizer que as desconhecia "em absoluto" para, pouco tempo depois, admitir que "possam ter ocorrido algumas situações pontuais de exames feitos em animais vivos". Ainda assim, fez questão de frisar que "não houve qualquer sofrimento infligido aos animais, uma vez que todos foram anestesiados". Por outro lado, "o veterinário municipal já tinha decidido que iam ser abatidos. A única diferença é que foram eutanasiados na universidade e não no canil", remata.
Duas ilegalidades
Advogada e sócia de diversas associações de defesa dos animais, Alexandra Moreira diz estarem a ser cometidas "pelos menos duas ilegalidades. Os animais não podem ser utilizados para fins didácticos nem cedidos pelos canis a outros que não sejam particulares ou associações zoófilas".
O presidente da autarquia, José Eduardo Oliveira, remeteu explicações para o veterinário municipal. Às acusações, António Flor Ferreira respondeu assim: "Estou a conduzir e a trabalhar desde as 5 da manhã. Já fechei a loja". Depois, desligou o telemóvel.

FONTE: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=%C9vora&Concelho=%C9vora&Option=Interior&content_id=1713292

27.7.10

Consideraciones sobre la violencia hacia los animales



Gracias Sra. Presidenta, señoras / señores diputados, organizaciones y público asistente.

"Los animales no están hechos para los humanos, al igual que las mujeres no están hechas para los hombres ni los negros para los blancos". Esta contundente y conmovedora frase de la autora del Color Púrpura, Alice Walker, condensa tres de las grandes revoluciones éticas de la Humanidad: la igualdad entre los seres humanos sin distinción del color de la piel, la no discriminación por sexo, y la que , dicen los expertos, será la revolución del tercer milenio: la no discriminación en función de la especie.

En los últimos tiempos, hemos podido constatar cómo la creciente sensibilidad de la sociedad condena el maltrato a los animales domésticos; seguro que recordarán la repulsa unánime a uno de los primeros casos públicos de crueldad con animales: la matanza de los 15 perros de la Protectora de Reus el año 2001.

La repulsa al maltrato a los animales por parte de los ciudadanos ha cristalizado de forma de destacables leyes en todo el mundo:

Fuera de nuestras fronteras, las reformas legislativas encaminadas a proteger a los animales domésticos han sido muy destacables: En 2002 la Cámara Baja del Parlamento Alemán hizo Historia en votar a favor de la inclusión de la protección de los animales en la Constitución [1]. En esta línea siguieron las Constituciones de Austria y Suiza en 2004.

En Reino Unido, Francia y recientemente en Holanda [2] existe legislación que prohíbe las relaciones sexual con animales.

En California se acaba de proponer una Ley (SB 1277) que supondría la creación de un registro policial de condenados por maltratar animales dada su tendencia a la reincidencia. De esta importante proposición otras importantes iniciativas como el desarrollo de unidades forenses especializadas en maltrato a los animales [3], hablaremos el próximo de abril mes en la Facultad de Derecho de la Universidad de Harvard [3 b]


En los estados de Arizona SB 1057 o Virginia HB 1145 el veterinarios deben notificar la sospecha razonable de maltrato por ley.

El Parlamento del Reino Unido acaba de elaborar un informe sobre cómo la violencia doméstica y el maltrato a menores supone un riesgo para los animales, cómo el maltrato a los animales para adultos supone un riesgo para otros miembros de la familia y cómo la crueldad hacia los animales afecta a los niños y adolescentes.

Un gran paso para ayudar a las mujeres maltratadas que no se atreven a huir de su casa por miedo a dejar solos a sus animales de compañía (no olvidemos que han sido, junto con sus hijos, sus únicas fuentes de amor incondicional ) ha sido la inclusión de los animales en las órdenes de alejamiento en casos de violencia doméstica en 15 de los estados de USA.
* Estos son algunos de los avances legislativos que son la traducción de la motivación social para proteger a nuestros compañeros no humanos.

Por otro lado, trasladándonos a una dimensión más oscura, la miseria del espíritu de algunos humanos ha causado una cantidad inmensa de dolor.

A lo largo de la Historia, y desgraciadamente, también la actualidad, existen numerosos ejemplos de víctimas humanas y animales a los que se ha despersonalizado y cosificado debido a miedos, supersticiones, rituales, creencias irracionales y diversiones perversas.

Los infames circos romanos, las peleas de osos o toros y perros en Inglaterra [4],

Las persecuciones a mujeres acusadas de brujería ya sus gatos [5]

Las ejecuciones públicas

El sacrificio de cientos de miles de animales en Nepal en el Festival de Gadhimai [6],

Los niños demonios de Togo [7] (niños, discapacitados, enfermos mentales o epil.lèptics son golpeados, alejados de la comunidad y abandonados a su suerte)

Ritual zulú (Ukweshwama) [8] de malentendida masculinidad en que se tortura un toro hasta la muerte con las manos desnudas, (curiosamente, aparecía en un diario sudafricano un artículo reflexionando sobre el posible impacto de la ILP en la continuidad del cruel ritual [9])

... Y así, cientos de tristes ejemplos de la vileza humana.

La violencia colectiva se perpetúa mediante el desarrollo de diversas estrategias: la atribución de la culpa o simbolismos a la víctima (por ejemplo: la encarnación del mal, la posesión por un espíritu maléfico, el intercambio de una vida en cambio de bienes o deseos) o bien con la justificación del marco cultural o la tradición.

Dijo Elie Wiesel, Premio Nobel de la Paz y superviviente del Holocausto, que la neutralidad favorece al opresor, nunca a la víctima. Por supuesto, el hecho de ampararse en excusas puede conseguir apaciguar el sentimiento de culpa que permite seguir ejerciendo actos de violencia extrema, pero cualquier sociedad sana debería llegar a un punto de inflexión en el que ejerza el pensamiento crítico y se cuestione si es ético lo que permite.

Les ruego que disculpen la obviedad, pero no podemos olvidar que los toros no pueden elegir formar parte de un espectáculo lúdico y no necesario. La posibilidad de poder elegir y que se respete la dignidad, bienestar e integridad de uno es algo que hemos aprendido de forma vergonzosa los humanos, con la abolición de la esclavitud o la aprobación del Código de Nüremberg, por ejemplo. En cuanto a los animales, sería deseable presuponer nuestra buena fe hacia ellos, dado que no pueden elegir, y procurar el máximo bienestar ... cualquier otra actitud tiene algo de perverso.

Por otra parte, nuestra cuestionable diversión les supone una tortura inimaginable. La definición de tortura (RAE) es la siguiente: Grave dolor físico o psicológico infligido a alguien, con métodos y utensilios diversos, con el fin de obtener una confesión, o como castigo.

Prestigiosos etólogos como el Dr. Marc Bekoff, experto en emociones en animales, o la Dra. Marian Dawkins de la Universidad de Oxford, experta bienestar animal, explican que la experiencia del dolor en animales puede ser mucho más traumática precisamente porque, trasladados a una situación que no les es natural, no comprenden lo que les sucede. A un adulto con dolor, le puedo explicar lo que le está sucediendo y, en el mejor de los casos, le ayudará a mitigar su experiencia ... pero en el caso de un bebé .... De nada servirían horas de retórica.

Si nos centramos en los actos violentos que se ejercen sobre el toro en la plaza, podemos hacer varias consideraciones:

Son una excepción a la directiva europea 93/119/CE de protección de los animales en su sacrificio [10].

También constituyen una incomprensible excepción de la prohibición de matanzas públicas de animales.
Los espectáculos que involucran la muerte de otros animales (gallos, perros) están prohibidos por Ley a pesar podrían justificarse por argumentos similares a los que sentiremos estos días.

No sé si recuerdan el escándalo mundial en 2007 del jugador de fútbol americano, Michael Vick, detenido y condenado por haber estado involucrado en peleas de perros.

Tuve la oportunidad de ser el Capitolio en una de las ruedas de prensa y reuniones con congresistas. Nos resultó muy interesante, al tiempo que muy duro, visionar entrevistas a personas involucradas en esta actividad, que explicaban cómo que aman su perro, que éste representa la nobleza, la valentía y la lucha y que existen unas normas u códigos a respetar los participantes. No tengo duda de que estas personas creyeran firmemente en lo que decían, pero la evidencia era que decenas de perros morían picados en una terrible carnicería [11].

Debería ser motivo de profunda reflexión el hecho de que si los actos que se cometen sobre el toro en la plaza fueran ejercidos sobre un gato o un perro, serían considerados delito según el Código Penal. A nivel social, el maltrato a los animales no es algo que se pueda banalizar ni se trata de un hecho inocente sino que debería ser considerado una señal de alarma [12].

La consideración por el maltrato a los animales y sus posibles implicaciones a nivel individual y social no son una preocupación de la sociedad del bienestar, sino que han sido motivo de reflexión por parte de fuerza autores. Santo Tomás de Aquino recomendaba la condena social al maltrato animal ya que "siendo cruel hacia los animales, un acaba volviendo violento hacia los humanos". John Locke afirmó que: "el acostumbrarse a atormentar y matar bestias, endurecerá gradualmente las mentes de los hombres y aquellos que se complazcan en el sufrimiento y la destrucción de criaturas inferiores no serán aptos para ser compasivos o benevolentes ".

Forma parte de los ítems diagnósticos [13] de diversos trastornos mentales. Uno de ellos es el trastorno de conducta en menores (ya que no podemos hablar todavía de trastorno antisocial de la personalidad). En varios estudios se ha observado que la crueldad hacia los animales es uno de los ítems más tempranos y la precocidad va asociada a mal pronóstico. En consecuencia, en este caso, cuando antes dejemos de obviar el maltrato a animales en la infancia / adolescencia quizá dejaremos de perder oportunidades de intervenir de manera más rápida.

Hablando de menores, esta mañana se ha mencionado el estudio sobre los posibles efectos psicológicos de las corridas de toros [14] y, imagino que por falta de tiempo, no se han mencionado algunos datos que, a mi parecer son bastante relevantes . El informe consta de 4 estudios encargados por el Defensor del Menor que fueron evaluados por el Dr.. Echeburúa, experto en violencia, quien hizo una serie de consideraciones finales. Resulta muy interesante que en una muestra de 344 menores, el 72% refiere que no les gustan las carreras. Los motivos que dan los niños es la muerte del animal y el sufrimiento. El informe desaconseja llevar a corridas de toros a los menores que muestren actitudes de protección hacia los animales o que sean sensibles.

Asimismo, también desaconseja que los menores sean testigos de maltrato a los animales por parte de adultos o adolescentes en fiestas populares. El informe también dice textualmente "... otra cosa es el aprendizaje en el respeto creciente a los derechos de los animales que forma parte de una sociedad cada vez más evolucionada."

Si seguimos revisando la importancia de la consideración del maltrato a los animales a nivel social, hay que destacar su vínculo con la violencia doméstica. En uno de los más importantes estudios realizados sobre violencia doméstica en EEUU: en torno a un 80% de las mujeres maltratadas que estaban en un hogar de acogida explicaban que su maltratador había maltratado / muerte del animal de compañía para hacerlos chantaje [15].

Sabemos por muchos de estos estudios que los animales son las víctimas iniciales preferidas por varios motivos: su desprotección, la impunidad de los delitos (en Criminología se sabe que es fundamental la certeza de la pena), la desensibilización social y normalización de actos violentos (no son pocos los lugares donde los jóvenes se entretienen quemando gatos o disparándose, por ejemplo, y nadie les dice nada ... o aún sentimos lo de "sólo es un animal" o "son cosas de jóvenes ...") y la persistencia de una concepción bastante cartesiana [16] de la naturaleza en que los animales todavía son vistos como objetos a nuestra disposición.

Esta visión empobrecida del mundo contrasta con las hipótesis de varios autores que hablan de nuestra predisposición natural hacia los seres vivos: Erich Fromm describía la biofíl.lia [17] como la pasión por lo que está vivo, y el Premio Pulitzer y entomólogo Edward Wilson, definió la biofíl.lia [18] como la afinidad emocional innata e inconsciente de los seres humanos hacia el resto de seres vivos.

Es, pues, fundamental destacar el papel clave de la educación en varios niveles:

El mantenimiento de esta tendencia natural de respeto hacia los demás seres vivos

El fomento de valores como la empatía, la compasión, el respeto por el medio ambiente

Y ya para terminar, las más de 180.000 firmas nos han abierto un histórico marco de debate donde tenemos la oportunidad de ejercer la compasión, la generosidad, la bondad ... la Justicia ... y demostrar que somos dignos de llamarnos seres humanos .

Muchas gracias, Sra. Presidenta, señoras / es diputados.

Dra. Núria Querol i Viñas
* Miembro de la Asociación Americana de Criminología, especialista en crueldad con animales.
* Miembro de la Asociación Americana de Psicología, división de Estudios Humano-Animales
* Miembro de la Sociedad Catalana de Psiquiatría y Salud Mental.
* Miembro de la Sociedad Internacional para el Estudio de Trastornos de Personalidad.
* Miembro de la Asociación Australiana de Psicología, Grupo para la Promoción del Bienestar Animal.
*Miembro de la Asociación Española de Estudios Criminológicos
* Miembro de la Academia de Perfil Comportamental.
* Miembro de la Animal Legal Defense Fund
* Miembro de Animales and Society Institute
* Miembro de The Latham Foundation for Humane Education

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Enlace al vídeo de la Comparecencia.
[1] Kollar R. Three years of animal welfare in the german constitution - the balance from an animal welfare perspective. ALTEX. 2006;23 Suppl:146-9.

(2) http://www.spiegel.de/international/zeitgeist/0,1518,541437,00.html

[3] http://www.veterinaryforensics.com/ http://www.aspca.org/fight-animal-cruelty/animal-csi/

[3b] The Future of Animal Law Conference, Harvard Law School http://www.aldf.org/section.php?id=156

[4] Encyclopedia of Traditional British Rural Sports. Routledge (UK). 2005. ISBN 041535224X Animal Protection Act through Parliament in 1822. Prohibició el 1835

[5] Toivo R.M., Women at Stake. Interpretations of Women’s Role in Witchcraft and Witch-Hunts since the early 20th century to the present. Women's History Revisited: Historiographical Reflections o­n Women and Gender in a Global Context The 20th International Congress of Historical Sciences. University of New South Wales Sydney, Australia, 8-9 July 2005 Session Feminism and Feminist Theory.

(6) http://news.bbc.co.uk/2/hi/8377627.stm

[7] http://www.magazinedigital.com/reportajes/internacional/reportaje/pageID/2/cnt_id/4097
http://www.xavieraldekoa.com/2010/01/15/ninos-demonio/

(8) http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/8374414.stm

(9) http://www.richmarksentinel.com/rs_headlines.asp?recid=3529

(10) http://europa.eu/legislation_summaries/food_safety/animal_welfare/l12054_es.htm

(11) http://www.tnavc.org/media/navc-news/award-goes-to-aspca-forensic-vet-for-work-on-vick-investigation

(12) Querol N. V i o l e n c i a h a c i a a n i m a l e s p o r m e n o r e s . . . ¿ c o s a s d e n i ñ o s ? Revista de Bioética y Derecho. Publicación cuatrimestral del Máster en Bioética y Derecho. UB. 13 Abril 2008.
http://www.ub.edu/fildt/revista/pdf/RByD13_Animal.pdf

[13] Gleyzer et al. Animal Cruelty and Psychiatric Disorders. J Am Acad Psychiatry Law 30:257–65, 2002

(14) Posibles repercusiones psicológicas de las Corridas de Toros en niños menores de 14 años. 1999. http://www.defensordelmenor.org/documentacion/estudios_investigaciones.php

[15] Ascione, F.R., Weber, C. V. & Wood, D. S. (1997). The abuse of animals and domestic violence: A national survey of shelters for women who are battered. Society & Animals 5(3), 205-218.

[16] Cottingham, John, "'A Brute to the Brutes'? Descartes' Treatment of Animals," Philosophy 63 (1988): 175-183

Descartes R., Discurso del Método. 1637.

[17] Erich Fromm, The Heart of Man: Its Genius for Good and Evil. (New York: Harper & Row, 1964), 39.

[18] Wilson E., Biophilia the human bond with other species, Harvard University Press (January 13, 1984).


http://www.gevha.com/prensa/articulos/todos-los-articulos/97-comparecencias-en-el-parlament-de-catalunya/1062-comparecencia-en-el-parlament-de-catalunya-dra-nuria-querol

19.4.10

Biólogos contra touradas

Aquando da tentativa de legalizar as touradas picadas nos Açores, foi convidado um "cientísta" espanhol que declarou que os touros não sofriam. Na sua terra as suas teorias são contestadas por veterinários e agora por biólogos.

Está na altura dos veterinários e biólogos açorianos virem a público dizer o que a ciência comprova, isto é os touros são submetidos a uma autêntica tortura nas praças.

Aqui fica a notícia:

La Facultad de Ciencias Biológicas aprueba una declaración en contra de las corridas de toros



ABC.es|VALENCIA

Publicado Lunes , 19-04-10 a las 15 : 08

La Universitat de Valencia se ha sumado a la polémica sobre la prohibición de las corridas de toros. Concretamente, la Facultad de Ciencias Biológicas ha aprobado una declaración en la que se muestra contraria a la Fiesta Nacional

En la declaración se incide en que el debate sobre las corridas de toros y otros espectáculos taurinos sobre si constituyen un patrimonio cultural a preservar o una crueldad intolerable está cada vez más presente en la sociedad española y se recuerda que la Generalitat Valenciana ha propuesto la declaración de Bien de interés cultural (BIC) para los festejos taurinos.

Desde la Facultad se destaca que los estudios han puesto de manifiesto una continuidad evolutiva entre el hombre y los restantes animales mucho mayor de lo que sugería la concepción tradicional dominante en nuestra cultura.

Así, inciden en que los animales poseen sistemas especializados en la percepción de estímulos y que dicha percepción va acompañada de un intenso y desagradable componente afectivo. Por tanto, la conclusión a la que apuntan estas observaciones es que «los toros experimentan dolor, estres y sufrimiento con características semejantes a los de los seres humanos».

De hecho, recuerdan que la legislación de la UE reconoce explícitamente que los animales «son seres sensibles y establece como objetivo evitar a los animales todo dolor o sufrimiento innecesario».

De la misma forma, en la declaración dejan constancia que «las tradiciones cambian, y prácticas consideradas aceptables hace apenas unos pocos años actualmente son ilegales o se consideran inaceptables».

Por ello, inciden en que la sociedad debería reflexionar sobre «si un espectáculo en el que la violencia en vivo forma parte sustancial, por más que haya otros elementos, es un bien cultural a preservar y transmitir a las futuras generaciones».

«Evitar el dolor animal y transmitir a las nuevas generaciones valores exentos de crueldad. Además, el maltrato a los animales está reñido con los valores de respeto y admiración por la naturaleza que intentamos transmitir a nuestros estudiantes», según consta en el docunmento que finaliza mostrando su posición «en contra de las corridas de toros y de otros espectáculos en que se practica el maltrato a los animales y a su consideración como Bien de interés cultural», y hacen un llamamiento a la Universitat y otras Facultades de Biológicas y Veterinaria de toda España a hacer suya esta posición.

http://www.abc.es/20100419/nacional-/facultad-ciencias-biologicas-aprueba-201004191508.html

15.2.10

Prados Verdes!




Estas imagens são de uma instalação localizada na Lagoa. Ao contrário do que acontece em outras explorações, aqui a situação não varia muito ao longo do ano.

Não há uma entidade que ponha cobro a este péssimo exemplo de tratamento de animais e uma má imagem para a região.

5.8.09

Cavalo abandonado na Rocha da Relva



Dois cidadãos denunciaram ao Açoriano Oriental (AO) que, há pelo menos três semanas, encontra-se um cavalo, aparentemente, abandonado num pasto na Rocha da Relva, no concelho de Ponta Delgada. Segundo as testemunhas, o cavalo está a ser mal-tratado, pois há pelo menos três meses que este se encontra na mesma zona. Mas alegam que nessa altura aparentava ser “minimamente” tratado, porque era trocado de sítio para poder comer erva fresca. De acordo com a mesma fonte, o cavalo encontra-se há cerca de três semanas preso no mesmo local, não tendo já à sua volta erva do pasto para comer. Os cidadãos também alegaram que nunca foi visto no local qualquer balde com água para o cavalo beber, deduzindo assim que a única água que o animal tem acesso é a da chuva. Pondo de parte a alimentação e, conforme se pode ver na fotografia, o cavalo tem variadas feridas na zona da cabeça, que são provocadas pela cabeçada. Estas feridas atingem uma maior gravidade porque algumas delas já têm, para além de moscas, larvas à sua volta. As testemunhas salientam ainda que apesar do animal se encontrar tão mal-tratado, ainda tem hipóteses de recuperar e voltar a ser saudável. “Ainda é possível fazer alguma coisa”, afirmaram, acrescentando que, caso o dono queira, eles ficam com o animal. Os mesmos revelaram que nos últimos dois dias levaram comida ao cavalo, mas que não podem continuar a fazê-lo, enquanto não se souber quem é o dono do animal. Até mesmo porque, embora o dono dê a entender que não está preocupado com o cavalo, pode não gostar que “estranhos” estejam a alimentar o seu animal. Além disso, as testemunhas demonstraram grande preocupação com os ferimentos que o cavalo tem na cabeça, afirmando que “há zonas que estão podres”. Ainda de acordo com esta fonte, tanto um veterinário de Ponta Delgada, como a Guarda Nacional Republicana (GNR) nos Açores estão a par do caso. Contactado pelo AO, o veterinário confirmou a ocorrência, afirmando tratar-se de uma situação de maus tratos. No entanto, este não quis prestar mais declarações, indicando que as autoridades policiais do concelho já estão a tratar da ocorrência. Quanto à GNR, esta também confirmou a situação, acrescentando que “estamos a averiguar o caso”. De acordo com o comandante do Comando Territorial dos Açores da GNR, major Noé Fernandes, há já um indivíduo suspeito de ser o dono do cavalo, mas “ainda não há certezas”. Ainda segundo o comandante, o animal deveria ser retirado do local onde se encontra para que pudesse ser alimentado e as suas feridas tratadas. No entanto, a GNRafirma não possuir as condições necessárias para guardar o cavalo, visto tratar-se de um animal de grande porte.||

Fonte do texto e foto: Açoriano Oriental, 5 de Agosto de 2009

23.6.09

Cavalos Maltratatados nas Cavalhadas

Que tristeza

As tradições, quando reproduzem fielmente as práticas do passado, conferem identidade cultural a uma localidade ou região e atraem o turismo, são sempre bem vindas. E é na Primavera/Verão que as tradições mais genuínas nos Açores têm uma grande visibilidade: tome-se o exemplo das romarias, das festas do Santo Cristo e do Espírito Santo e dos santos populares, como é o caso de São Pedro. As comemorações em honra do padroeiro da Ribeira Grande, a 29 de Junho, assinalam o feriado municipal da elevação da Ribeira Grande a cidade, há 28 anos, e a realização das Cavalhadas de São Pedro. A tradição centenária inspirada num desfile equestre até poderia ter a sua piada se os cavaleiros soubessem...lidar com os cavalos. Mas não é esse o caso. Todos os anos (pelos menos os mais recentes) dezenas de animais habituados a pastar nos prados verdes da ilha são sujeitos a um enorme stress de fazerem (parece...) cada vez mais quilómetros à volta da cidade nortenha, em cima uns dos outros, ao som de cornetas, debaixo, por vezes, de um calor intenso que lhes deixa transpirados por todos os lados e sem poderem matar a sua sede, fustigados por golpes de chicote e porrete até à sua quase exaustão. Como se não bastasse, os pomposos cavaleiros, alguns num estado alcoólico deveras lamentável, puxam os apertados freios do animal até relincharem e levantarem as patas da frente. É por isso que alguns cavalos morrem no final do triste espectáculo. Tradições assim é preferível que não hajam, para que os turistas não pensem que os animais afinal não são os cavalos, mas sim os seus cavaleiros e promotores das Cavalhadas... ||
Paulo Faustino

Fonte:Açoriano Oriental, 24 de Junho de 2009

29.5.09

Cão Espancado e Incendiado em São Jorge

A vila de Velas, em São Jorge, foi palco de um episódio de violência contra um cão que foi espancado, por dois adolescentes, um com 15 e outro com 16 anos, que seguidamente lhe atearam fogo, enquanto este ainda se encontrava vivo.
O incidente ocorreu na passada semana e foi confirmado pela Polícia de Segurança Pública de Velas, que informou DI que o dono do animal não apresentou queixa contra os jovens. Por isso os jovens devem ser apenas alvo de uma contra-ordenação.
Porém, no que diz respeito a uma possível vaga de delinquência juvenil na vila, o comandante da PSP de Velas, António Oliveira, afirma que “têm-se vindo a registar abusos no consumo de álcool” e que “o mesmo levou a alguns comportamentos desviantes, mas não podemos falar em onda de violência”.

Análise Sociológica

Contactado por DI, o sociólogo Alberto Peixoto chama a atenção para a urgência de uma “intervenção imediata”, sendo que “este tipo de comportamento deve ser censurado e reprovado, por alguém mais responsável, de modo a que este tipo de situação não se repita e para que a dignidade dos animais seja respeitada”.
O sociólogo explica ainda que “há estudos que provam que este tipo de violência contra animais, que ocorre durante a infância ou adolescência, pode vir a ser reproduzido, na idade adulta, em pessoas”.
“A prevenção é essencial, de modo a educar os membros da sociedade para a não violência”, sustenta.
Segundo Alberto Peixoto, “neste caso, o comportamento dos jovens revela um total desrespeito pela norma, que pode ser motivado por uma questão de socialização, de personalidade, de interação com os pares, ou até mesmo de psicopatologia”.
O sociólogo aponta alguns casos em que quando se faz uma autopsia social ao historial de alguns “serial killers”, constata-se que estes têm um passado com episódios de violência contra animais.

Fonte: Correio dos Açores, 29 de Maio de 2009