Mostrar mensagens com a etiqueta Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. Mostrar todas as mensagens

31.1.16

Assine e divulgue


À Câmara Municipal de Angra do Heroísmo

Acabar com o financiamento público das touradas em Angra do Heroísmo (Açores)

MCATA Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores Portugal

É de conhecimento público o valor exorbitante de verbas públicas gasto com a realização da feira taurina que integra o programa anual de festas concelhias de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira (Açores).

Pesquisas recentes apontam que foram gastos um milhão e trezentos mil euros de dinheiros públicos só nos últimos cinco anos, e vão ser gastos mais cem mil euros no presente ano.

Enquanto em plena crise continuamos a assistir à retirada de direitos e à pressão para mais cortes sociais, a indústria tauromáquica, uma indústria anacrónica baseada na tortura e no sofrimento animal, continua a ser privilegiada na atribuição dos nossos impostos, em detrimento da educação e da solidariedade social e ao contrário de outras iniciativas culturais que sobrevivem com migalhas e muito esforço voluntário.

Profundamente chocados com esta realidade, apelamos veementemente à Câmara Municipal de Angra do Heroísmo que termine com o financiamento destas práticas que não acrescentam nada de positivo à ilha e envergonham cada vez mais a humanidade.

Assine aqui: https://www.change.org/p/c%C3%A2mara-municipal-de-angra-do-hero%C3%ADsmo-acabar-com-o-financiamento-p%C3%BAblico-das-touradas-em-angra-do-hero%C3%ADsmo-a%C3%A7ores

5.11.10

A proposta de classificar a Festa Brava, Património Imaterial da Humanidade nem é digna de ser apreciada


Terra Nostra, 5 de Novembro de 2010

A Candidatura da denominada Festa Brava a Património Imaterial da Humanidade, alegadamente apresentada pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, à UNESCO, não é nada original, não terá apanhado ninguém de surpresa e peca pelo facto do anúncio público surgir associado a um evento, um congresso de ganadeiros de touros de lide, onde, ou à margem do qual, foram lançados vários apelos ao incremento do sofrimento animal, através da legalização da sorte de varas, primeiro passo para os tão ambicionados, para uns poucos, touros de morte.
A iniciativa referida não tem nada de original, pois não é mais do que a cópia do que tem sido feito, a nível mundial, pelo cada vez mais encurralado mundo da indústria tauromáquica que, actualmente, só consegue sobreviver à custa de dinheiros públicos, veja-se o apoio concedido pelo Governo Regional dos Açores e por algumas autarquias, e que pretende encontrar junto da UNESCO uma tábua de salvação.
Considerando que as touradas em nada contribuem para EDUCAR os cidadãos e cidadãs para o respeito para com os animais, para além de causarem sofrimento aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas e dos próprios animais, não se coadunando com os valores humanistas do mundo de hoje, considero que a proposta de classificar as touradas como património imaterial da humanidade nem sequer é digna de ser apreciada.

Teófilo Soares Braga

23.10.10

Festa Brava da Terceira candidata a Património Imaterial da Humanidade


A TWO-HOUR KILLING (français)
Carregado por jeromelescure. - Ver outros videos animais


A Câmara de Angra do Heroísmo, nos Açores, já apresentou o pedido de classificação da Festa Brava da Terceira como Património Imaterial da Humanidade, revelou hoje Andreia Cardoso, presidente da autarquia.
Destak/Lusa | destak@destak.pt

A autarca, que falava na sessão de abertura do IX Congresso Mundial de Ganaderos de Toiros de Lide, a decorrer na Terceira, anunciou que está a decorrer o processo que visa a classificação da 'Festa Brava' desta ilha açoriana.
“Ao longo de 476 anos de história, estamos inquestionavelmente ligados aos toiros”, afirmou a presidente da Câmara, frisando que a festa taurina na Terceira “é um fenómeno”.
Nesse sentido, considerou que este congresso é “um momento importante para Angra do Heroísmo, para os Açores e para Portugal”, não só pelas questões que serão abordadas ao longo de três dias, mas também “como reforço da dinamização do turismo de congressos”.
Na mesa-redonda que se seguiu à sessão de abertura, onde foi analisada a situação económica das ganadarias, estiveram em discussão questões como a rentabilidade da ganadaria de lide, o papel das ganadarias no contexto económico da festa brava e a incidência de fatores políticos, administrativos e reguladores.
O presidente da Asociación de Ganaderías de Lidia, Eduardo Martín-Peñato, em Espanha, defendeu ser necessário “aumentar os rendimentos da participação dos criadores na economia geral da atividade taurina”, que representa em Espanha dois por cento do Produto Interno Bruto (PIB) e movimenta anualmente cerca de 2500 milhões de euros.
Segundo Martin-Peñato, o rendimento anual dos ganadeiros espanhóis é na ordem dos 87 milhões, o que “não acontece em nenhum outro sector da economia”.
Em Portugal, o cenário das ganadarias “é pouco agradável” do ponto de vista económico, defendeu António Veiga Teixeira, salientando que "as ganadarias têm um peso económico quase nulo” e estão “incapazes de se defender devido a individualismos divergentes”.
Este ganadeiro português defendeu a necessidade de melhorar a qualidade dos espetáculos, que “não atraem patrocinadores nem geram lucros”.
António Veiga Teixeira considerou ainda que os espetáculos em Portugal não têm capacidade para se autopromoverem, “nem mesmo através da publicidade”, que considerou ser "inadequada" e “à moda do século XIX”.
Para inverter este quadro, apelou a uma maior dinamização e organização interna das ganadarias e associações, salientando que “existem perspetivas da divisão no mundo ganadeiro em dois grupos”.
Um seria o grupo dos “ganadeiros de sucesso”, que envolveria “empresários e toureiros” com uma série de interesses “externos à aficion”, enquanto o segundo incluiria “95 por cento das ganadarias portuguesas” e é um grupo que “pode perder dinheiro porque o único lucro que extraem é através das corridas e faenas”.

http://www.destak.pt/artigo/78200-festa-brava-da-terceira-candidata-a-patrimonio-imaterial-da-humanidade

9.6.10

Câmara Municipal de Angra do Heroísmo: touradas pagas por todos nós


Apoios concedidos pela autarquia de Angra do Heroísmo durante o 1º trimestre de 2010 a favor de pessoas colectivas



Entre vários apoios a várias pessoas colectivas, aparecem estres três no boletim informativo da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo de Maio de 2010:

Entidade: Tertúlia Tauromáquica Terceirence
Objecto: Escola de forcados - 360,00

Entidade: Tertúlia Tauromáquica Terceirense
Objecto:Tourada dos estudantes - 2 140, 00

Entidade: Tertúlia Tauromáquica Terceirense
Objecto:Tiago Pamplona - 2 000,00

6.4.10

Sabias que parte dos teus impostos é usada para torturar Animais?



Aqui vai um extracto do Jornal Diário Insular de 3 de Abril de 2010 que menciona alguns dos valores relativos ao ano de 2009

“A contratação do toureiro El Juli para a Feira de São João, inserida nas Sanjoaninas 2009, custou 60 mil euros, pagos à empresa “Explotaciones Ganaderas Feligres SL”.
No total, a Feira de São João implicou gastos que se aproximam dos 260 mil euros, conforme revela a publicação dos contratos celebrados pela empresa municipal CulturAngra com várias entidades, publicados base de contratos públicos on-line (http://www.base.gov.pt) ou então no site “http://transparencia-pt.org”.
Os valores constantes nestes sites não correspondem à globalidade do orçamento das Sanjoaninas mas sim aos contratos que legalmente, devido ao seu valor, têm de ser publicados.
Deste modo, a contratação do cavaleiro Vítor Ribeiro custou 30 mil euros e a de Marcos Tenório Bastinhas 25 520 mil euros.
Trazer à Praça de Toiros da Ilha Terceira o matador Pedrito de Portugal custou 25 mil euros. O cavaleiro Manuel Lupi foi contratado por 24 mil euros.
Já o cavaleiro terceirense Tiago Pamplona foi contratado por oito mil euros, o cachet mais baixo.
O aluguer de toiros de lide, objeto de três contratos, totaliza mais de 67 mil euros, sendo o mais avultado o celebrado com Maria Baldaya Câmara Rego Botelho Mendonça Cunha, no valor de 29 776 mil euros.
Os restantes contratos foram assinados com Oldemiro Mendes Toste (18 374 mil euros) e com António Manuel da Rocha Ferreira (19 484 mil euros).
O transporte de 12 cavalos de lide de Lisboa para a Terceira pela “Transinsular” significou o gasto de 17 622, 60 mil.”

14.2.10

Angra do Heroísmo: festa brava património cultural concelhio

(Envie um mail para: angra@cm-ah.pt e uma cópia para acoresmelhores@gmail.com )

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Angra do Heroísmo
Exma. Sra. Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo

Embora não nos tenha surpreendido, tomamos conhecimento que a autarquia de Angra do Heroísmo, com uma dívida que ascende a mais de 1,5 milhões de euros, a maior parte desta quantia destinada ao pagamento das touradas de praça que se têm realizado nos últimos anos aquando das Sanjoaninas, pretende, através da Assembleia Municipal, classificar a Festa Brava como património cultural concelhio.
Atendendo a que as touradas constituem uma actividade que mancha as maiores festas profanas dos Açores, pois negócios de crueldade que humilham e matam pela dor e sofrimento animais, nunca serão arte nem cultura;
Atendendo a que consideramos uma afronta, a todos os cidadãos, o dinheiro gasto com elas já que a ilha Terceira, tal como o resto do território nacional, está a atravessar uma crise económica e social que se traduz no número crescente de desempregados e na dificuldade por que passam as pequenas e médias empresas.

Vimos manifestar o nosso repúdio pelo facto de a ser aprovada tal classificação a mesma constituir um desrespeito pela Declaração Universal dos Direitos do Animal, aprovada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) que reconhece a necessidade de respeitar o bem-estar e natureza dos
animais não humanos e declarar o nosso compromisso de tudo fazer para denunciar, a nível nacional e internacional, o mau uso dado aos dinheiros públicos para a manutenção de uma indústria decadente que vive do sofrimento dos animais.

Com os melhores cumprimentos
(Nome)

3.2.10

Festa Brava como património cultural (?) de Angra do Heroísmo


Aqui está uma boa razão para denegrir o nome de Angra do Heroísmo, da Terceira e dos Açores.

A autarquia de Angra candidata-se a ser Barrancos dos Açores.

Estão de parabéns os promotores da iniciativa e todos os seus apoiantes. Mataram o Lusitânia, por que insistem em suportar uma indústria que só sobrevive com dinheiros públicos?

JS



Depois de ter sido apresentada e aprovada na Assembleia Municipal da autarquia angrense em Abril de 2009, a classificação da Festa Brava como património cultural concelhio entra agora na fase final para vigorar com o objectivo de reafirmar a festa tauromáquica terceirense.
Até dia 12 de Março, os documentos para consulta pública estão disponíveis na edilidade e após a recolha do parecer da tutela, aguarda-se o uso de mais este epíteto para projectar Angra.
O processo teve início em Abril de 2009 quando o grupo municipal do PS apresentou e fez aprovar na Assembleia Municipal de Angra do Heroísmo a Festa Brava como Património Cultural Concelhio, ou seja, a sua classificação como um bem de interesse municipal.
Agora, o processo encontra-se em fase final, estando os documentos desta iniciativa em consulta pública até dia 12 de Março na edilidade angrense e aguardando o parecer da Direcção Regional da Cultura.
Segundo os promotores, trata-se de um título que quer reafirmar a cultura tauromáquica terceirense: “esta classificação será mais um factor de atractividade para o concelho e para a ilha”, disse Francisco Barros.
O socialista explicou que este epíteto poderá ser “um chamariz”, trazendo mais pessoas à ilha e à Festa Brava.
“É, acima de tudo, um factor de identidade da ilha Terceira”, explicou.
Na fundamentação desta classificação está o enraizado sentimento de atracção entre os terceirenses e a festa brava: “a Terceira e o concelho de Angra do Heroísmo têm vindo a afirmar-se como uma das mais aficionadas terras de Portugal com um povo que ama o toiro e faz da sua admiração um verdadeiro culto. Quer seja nas suas vertentes mais populares, quer seja na corrida de toiros, a tauromaquia é o espectáculo cultural mais rico que se conhece porque encerra em si mesmo estética, expressão plástica, movimento, cor, rito, representação cénica, ética, respeito, galhardia, valor, emoção!”.

Perpetuar paixão
pelo toiro

“Neste contexto”, refere a argumentação da iniciativa, “faz todo o sentido que o município de Angra do Heroísmo declare solenemente como património cultural concelhio a Festa Brava nas suas diversas manifestações, com a convicção de que tal classificação é de todo merecedora pois perpetuará a paixão pelo toiro e pela nossa festa mais amada, a tauromaquia!”.
Os promotores recomendam que “todas as entidades públicas e privadas assim o entendam e contribuam para a sua manutenção e projecção”.
“A Festa Brava é uma das mais ancestrais culturas dos Açores e a sua introdução ou origem perde-se na memória dos tempos. A vivência cosmopolita a terra e a posição geográfica das nossas ilhas fizeram a que aqui confluíssem saberes e experiências, naquilo que representa uma manifestação cultural grandiosa que, graças à sua inequívoca transcendência histórica, cultural, filosófica, turística, económica, política e social é uma realidade local e até mesmo regional, espelho de vivências nacionais e internacionais, mais concretamente europeias e latino-americanas”.
Segundo informações fornecidas pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, depois da classificação de interesse municipal, a autarquia notifica o departamento do Governo Regional com competência na área da Cultura para efeitos de registo e inscrição no respectivo inventário desta classificação.
A deliberação da Assembleia Municipal tem como enquadramento legal a Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro e o Decreto Legislativo Regional n.º 29/2004/A, de 6 de Abril.
Humberta Augusto
haugusto@auniao.com

http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=18839

13.1.10

Proteste contra as Cornadas nos Dinheiros Públicos dadas pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo



Caros amigos dos animais,

Como é do conhecimento público, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo (ou a empresa Municiapal Culturangra) possui uma dívida que ascende a mais de 1,5 milhões de euros, a maior parte desta quantia destinada ao pagamento das touradas de praça que se têm realizado nos últimos anos aquando das Sanjoaninas.

Sendo do conhecimento público que as actividades tauromáquicas não geram receitas que as tornem autosufientes, a presidente da Câmara de Angra, por intermédio de uma comissão organizadoras das festas, vai investir 380 000 euros para a realização, em Junho, da próxima Feira Taurina.

Vimos solicitar a todos o envio de mails de protesto à Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo (angra@cm-ah.pt).

(exemplo de texto já enviado, podendo fazer as alterações que acharem por bem ou criar outros textos)

Exma Senhora,

Tomei conhecimento de que a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, uma vez mais, tenciona patrocinar com dinheiros públicos (380 000 euros) a indústria tauromáquica a pretexto da Feira Taurina integrada nas Sanjoaninas de 2010.
Para além das touradas de praça constituírem uma actividade que mancha as maiores festas profanas dos Açores, conisderamos uma afronta o dinheiro gasto com elas já que a ilha Terceira, tal como o resto do território nacional, está a atravessar uma crise económica e social que se traduz no número crescente de desempregados e na dificuldade por que passsam as pequenas e médias empresas.
Venho manifestar o meu desagrado pelo mau uso dado aos dinheiros públicos para a manutenção de uma indústria decadente que vive do sofrimento dos animais e sugerir o seu investimento na área da saúde, da educação, da indústria, do comércio e dos serviços.

Com os melhores cumprimentos,

José Sousa